
Flávio comenta Datafolha e diz que está "muito mais na frente" de Lula.
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15/10) mostra empate técnico entre Flávio e Lula, com 51% e 49% dos votos válidos, respectivamente

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou, nesta quinta-feira (15/10), durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o resultado da nova rodada da pesquisa Datafolha. O senador afirmou que a vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é maior que a apontada no levantamento.
A transmissão de Flávio foi feita ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP).
“Se a gente está na frente no Datafolha, pode ter certeza que é muito mais na frente mesmo, com as promessas vazias e mentirosas que Lula está fazendo”, declarou Flávio.
Confira:
Pesquisa Datafolha
Conforme a pesquisa, Flávio tem 51% dos votos válidos contra 49% de Lula. Nos votos totais, incluindo brancos, nulos e indecisos, o placar é de 47% a 45%.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO instituto ouviu 2.520 eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é BR-00466/2026.
A margem de erro de dois pontos percentuais, o que configura empate técnico.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 8 de outubro, a disputa apertou. Flávio tinha 52% dos votos válidos e Lula, 48%. Agora, a distância caiu de quatro para dois pontos.
Aceno ao nordeste
Nikolas, que estava ao lado de Flávio, fez um aceno ao eleitrado nordestino.
O parlamentar mineiro afirmou que a vitória da campanha virá da região. “A solução vem do Nordeste. O Lula e o PT vão tomar um susto quando abrirem as urnas, porque eu não tenho dúvida de que o Nordeste vai dar a maior votação para a direita na história deste país”, declarou.
A fala de Nikolas ocorre em meio a estratégia da campanha de Flávio de reduzir a vantagem histórica do PT no Nordeste, considrado principal reduto eleitoral de Lula.
A ideia seria diminuir a diferença de votos recebidos para o atual presidente, e o PL já começou a mobilizar aliados na região.
