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Brasil

Febre do Nilo: SC confirma 1ª morte por doença rara causada por inseto

Uma mulher de 77 anos morreu em Imbituba (SC), sendo considerado um caso raro pela Saúde

24/08/2026 18:34, atualizado 24/08/2026 19:16
Joao Paulo Burini/Getty Images
Imagem em close-up de um mosquito da febre amarela picando a pele humana. Trata-se de um mosquito da família Culicidae, vetor da malária, febre amarela, chikungunya, dengue e zika no Brasil, conhecido localmente como mosquito da dengue. Metrópoles

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Santa Catarina confirmou, na tarde desta segunda-feira (24/8), o registro de dois casos de Febre do Nilo em humanos no estado. Em um deles, registrado em Imbituba, a vítima morreu. 

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Em nota, a pasta detalhou que o caso fatal é de uma mulher de 77 anos, sendo considerado um caso raro. O outro paciente, de Caçador (SC), com 56 anos, recebeu alta hospitalar após internação.

“Ambos os quadros apresentaram manifestações neurológicas e seguem sob investigação epidemiológica contínua para mapear com precisão os prováveis locais de infecção e detalhar a relação entre a circulação do vírus e as manifestações clínicas registradas”, disse a secretária.

A Febre do Nilo Ocidental (FNO) é uma infecção viral transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os do gênero Culex, conhecidos como pernilongos comuns. Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.

“Ressalta-se que não existe contágio de pessoa para pessoa, nem transmissão direta de aves para as pessoas”, reforça a secretaria.

De acordo com a SES, a grande maioria das infecções ocorrem de forma assintomática. Quando surgem, os sintomas iniciais costumam incluir febre, dor de cabeça, dores pelo corpo e mal-estar geral. Em uma parcela menor dos infectados, a doença pode atingir o sistema nervoso central e evoluir para quadros graves, a exemplo de meningites e encefalites.

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