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Uma família de Rio Largo, cidade da Região Metropolitana de Maceió, se recusa a enterrar uma jovem de 18 anos que morreu, no último domingo (12/11), devido a uma infecção renal. De acordo com os parentes de Debora Isis Mendes de Gouveia, a moça não apresenta rigidez cadavérica, mantém a temperatura corporal e teria respirado. A polícia precisou ser acionada para cuidar do caso.

De acordo com o jornal “Alagoas 24 horas”, Debora foi internada na terça-feira (7), após uma crise depressiva, no Hospital Ib Gatto Falcão. A moça teria sido medicada com um calmante e começou a ter convulsões. Ela, então, foi transferida ao Hospital Geral do Estado (HGE) e, finalmente, a um hospital particular onde teria “morrido” no final de semana.

A morte foi atestada por um médico, porém, a família de Debora questiona o laudo e afirma que a jovem está em “coma induzido”. A mãe dela, Teresa Cristina Gouveia, de 48 anos, exige a presença de um médico legista para confirmar o óbito da filha.

Teresa diz ter certeza de que a filha está viva. De acordo com a mão, quando estava grávida de sete meses da menina, a bebê teria sido considerada morta, mas 15 dias após o diagnóstico voltou a dar sinais de vida. O irmão de Debora também acredita que a jovem não tenha morrido e afirma que ela apresenta pulsação fraca.

Diante do caso, a polícia judiciária suspendeu o sepultamento e determinou o recolhimento do cadáver ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) para determinar a causa da morte de Debora e se houve erro hospitalar.

 

 

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