Entenda como é produzida a polêmica farinata do prefeito Doria
Ao longo do mês de outubro, a Prefeitura de São Paulo se envolveu em uma polêmica: o reaproveitamento de alimentos próximos à data de validade para produzir um composto, a farinata, a ser incorporado à comida fornecida a estudantes da rede municipal pública de ensino e às pessoas atendidas em programas assistenciais. A medida recebeu muitas críticas e rapidamente o produto ganhou o apelido de “ração de pobre”.
Guilherme Prímola01/11/2017 05:30, atualizado 20/11/2017 12:12
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Ao longo do mês de outubro, a Prefeitura de São Paulo se envolveu em uma polêmica: o reaproveitamento de alimentos próximos à data de validade para produzir um composto, a farinata, a ser incorporado à comida fornecida a estudantes da rede municipal pública de ensino e às pessoas atendidas em programas assistenciais. A medida recebeu muitas críticas e rapidamente o produto ganhou o apelido de “ração de pobre”.
A má repercussão do caso levou o prefeito João Doria a anunciar que, por hora, a distribuição nos colégios públicos está suspensa, mas a farinata ainda deve ser incorporada aos alimentos distribuídos em abrigos voltados à população de rua e asilos de idosos.
Entenda como o produto é desenvolvido:

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