Rio: Castro tem 21% e Freixo 17% das intenções para governo, diz Ipec

Pesquisa encomendada pela TV Globo foi divulgada nesta segunda-feira (15/8) e é primeira depois da oficialização das candidaturas

atualizado 15/08/2022 20:53

Arte mostra as fotos do atual govrnador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, e o psolista Marcelo Freixo frente a frente, com a bandeira do estado atrás - MetrópolesArte/Metrópoles

O governador Cláudio Castro (PL) e o deputado federal Marcelo Freixo (PSB) estão tecnicamente empatados na disputa pelo governo do Rio de Janeiro, segundo aponta pesquisa Ipec encomendada pela TV Globo e divulgada nesta segunda-feira (15/8).

Enquanto o atual governador tem 21% das intenções de voto para o primeiro turno, Freixo aparece com 17%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de confiança na pesquisa é de 95%.

Este é o primeiro levantamento feito depois da oficialização das candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para apresentar candidatos termina nesta segunda-feira (15/8).

O Ipec entrevistou 1.200 eleitores entre 12 a 14 de agosto, em 37 cidades do estado. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro sob o protocolo Nº RJ-08527/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-03082/2022.

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Veja o resultado da nova pesquisa estimulada:

  • Cláudio Castro (PL): 21%
  • Marcelo Freixo (PSB): 17%
  • Rodrigo Neves (PDT): 5%
  • Wilson Witzel (PMB): 4%
  • Cyro Garcia (PSTU): 3%
  • Eduardo Serra (PCB): 3%
  • Juliete Pantoja (UP): 3%
  • Milton Temer (PSol): 1%
  • Paulo Ganime (Novo): 1%
  • Brancos e nulos: 26%
  • Não sabe/Não respondeu: 15%

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, em que os eleitores precisam nomear um candidato sem ver opções prévias, Castro tem 11%, seguido por Freixo que foi escolhido por 5% e Neves, com 1%.

Avaliação do governo de Cláudio Castro

A maior parte dos eleitores considera a atual gestão do Palácio Guanabara regular (40%). Em seguida, o governo é avaliado como ruim ou péssimo por 26% e ótimo ou bom por 22%. Os eleitores que não souberam opinar são 12%.

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