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A Polícia Federal instaurou, na manhã deste sábado (20/10), inquérito para investigar o disparo de mensagens pelo WhatsApp referentes aos presidenciáveis Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

O pedido de abertura de investigação partiu da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Ela quer a apuração de uma eventual utilização de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar notícias falsas. Fontes da PF disseram ao jornal O Estado de S.Paulo que as investigações não devem ser demoradas.

Em outra frente, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, decidiu na última sexta-feira (19) abrir ação de investigação judicial pedida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para que sejam investigadas as acusações de que empresas compraram pacotes de disparos em larga escala de mensagens no WhatsApp contra a legenda e a campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República.

A denúncia foi publicada pelo jornal Folha de S.Paulo. A reportagem diz que empresários estão comprando pacotes de disparos em massa pelo WhatsApp. O jornal não exibiu documentos nem mencionou relatos de testemunhas.

Mussi concedeu prazo de cinco dias para que o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, seu vice, Hamilton Mourão, o empresário Luciano Hang, da Havan, e mais 10 sócios das empresas apontadas na ação do PT apresentem defesa no processo, se desejarem.