Deputado vai à PGR contra empresa responsável por show de Roger Waters
Parlamentar acredita que uso de uma marca política criada pela esquerda para uma campanha eleitoral não pode ser pago com dinheiro público
atualizado
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O deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) protocolou na Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta quinta-feira (11/10), um pedido de “apuração rigorosa” sobre o uso de recursos públicos por meio da Lei Rouanet à empresa T4F Entretenimento, responsável pela realização do show de Roger Waters no Brasil. As informações são do Antagonista.
O músico foi vaiado ao listar o nome do candidato Jair Bolsonaro (PSL) como “neofascista” junto a outros nomes como Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria; Marine Le Pen, liderança de extrema-direita da França; Lech Kaczynski, ex-presidente da Polônia; Vladimir Putin, presidente da Rússia e, por último, o candidato Jair Bolsonaro.
O parlamentar disse que o uso do que considera ser uma marca política criada pela esquerda para uma campanha eleitoral – “o #EleNão”- não pode ser custeado com dinheiro público.
“Por mais que o Roger tenha ideologicamente uma posição, a empresa dele o usou para atacar possíveis mudanças na Lei Rouanet [em eventual governo de Bolsonaro. Isso tem que ser investigado”, disse.
Além da PGR, Goergen também acionou a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara.
