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Algumas instituições que fazem parte da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica estão autorizadas a contratar professores e técnicos administrativos. Essa decisão do Ministério da Educação (MEC) veio por meio da Portaria nº 447, publicada nesta quarta-feira (16/5) no Diário Oficial da União (DOU).

As vagas atenderão 32 institutos federais, dois centros federais de educação tecnológica e o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. No total, serão abertas 1.205 novas oportunidades em todo o país, sendo 810 para professores e 395 destinadas a técnicos administrativos da área.

De acordo com o ministro da Educação, Rossieli Soares, as vagas são importantes porque garantem a continuidade da proposta e a qualidade do ensino nas instituições. “Como nós temos o processo de expansão da Rede Federal e da oferta do ensino técnico, precisamos garantir que essa medida seja 100% executada”, explica.

“Então, a cada ano, os institutos vão pedir novas contratações por terem ampliado a quantidade de matrículas, ou porque aquele curso começou com um número de professores e, para continuar, precisa contratar mais docentes”, disse o ministro.

A secretária de Educação Profissional e Tecnológica (Setec-MEC), Eline Nascimento, reforçou as contratações e destacou que os técnicos administrativos em educação têm um papel muito específico dentro do meio profissional. “Por isso, é importante não só garantir o quadro de professores, mas também o de técnicos para atendimento à população. Isso é fundamental para melhorar a qualidade do ensino”, pontua.

Regras
Todos os anos, as instituições precisam enviar ao MEC, até o mês de abril, a previsão de provimento para o ano seguinte. Essa estimativa considera a expansão das matrículas, o próprio crescimento da Rede Federal e a suplementação do quadro de professores. “Muitas vezes, o curso começa com um número de professores e, à medida em que caminha para os estágios finais, precisa contratar novos docentes para a finalização daquela demanda”, afirma a secretária da Setec.

Para receber novas vagas, os institutos precisam atender a alguns critérios, como o aumento no número de matrículas de um ano para outro, a possibilidade de aposentadoria e também a relação aluno-professor. (Com informações do MEC)