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Os estudantes que fizeram o segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste domingo (12/11), relataram formatação confusa na prova de matemática e ciências da natureza. Além da ansiedade, os candidatos tiveram que lidar com uma prova diferente de edições anteriores.

Em 2017, a organizadora do certame mudou. O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) era, até o ano passado, responsável pela aplicação das provas em todo o Brasil. No entanto, assumiram este ano a Fundação Cesgranrio, a Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp) e a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Metrópoles conversou com alunos que saíram por volta das 16h, da Universidade Paulista (Unip), na 913 Sul.

Mateus Matos Martins, 19 anos, participa do Enem pela terceira vez. Ele já é estudante da Universidade de Brasília (UnB) e achou a formatação da prova confusa. “Em anos anteriores as matérias estavam em blocos, 10 questões seguidas de Biologia, 10 de química. Este ano, foram dispostas de maneira mais espalhadas. Mas achei interessante essa proposta de não ficar preso no conteúdo de cada disciplina. Acredito que mandei bem em física, mas tive dúvidas em biologia”.

Em seu primeiro Enem, a estudante Maria do Amparo Pereira, 17 anos, classifica a prova como organizada, porém cansativa. “Achei que algumas matérias estavam mais fáceis, outras mais difíceis e vi várias pegadinhas. Senti dificuldade em química. Comecei resolvendo o que sabia e deixei por último o que não sabia. Terminei em três horas” conta a jovem.

Sarah Campo Dall'orto/Metrópoles

Maria do Amparo Pereira, 17 anos, fez o exame pela primeira vez

 

 

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