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O mercado de câmbio praticamente ignora o reforço na ação conjunta do Banco Central e do Tesouro para esta quinta-feira (7/5), e opera o dólar em alta desde a abertura dos negócios. A moeda americana à vista bateu máxima aos R$ 3,9073 (+1,81%), enquanto, para julho, teve máxima de R$ 3,9170 (+1,57%).

No pré-mercado, simultaneamente às máximas do dólar à vista, o Ibovespa Futuro renovava mínima, em queda de 1,67%, aos 74.320 pontos. A justificativa de operadores é de que o quadro fiscal do governo, a economia fraca e os ricos eleitorais sustentam a demanda defensiva.

A alta de 1,64% do IGP-DI de maio, ante +0,93% em abril e acima da mediana das apostas dos economistas (+1,42%), é precificada e mexe com as apostas de alta da taxa Selic na reunião do Copom deste mês (dias 19 e 20).

O Banco Central realiza operação compromissada de nove meses (10h30), leilões extra (9h30) e de rolagem de swap cambial (11h30), enquanto o Tesouro, além de continuar fazendo leilão de recompra de Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F) (11h), realizará também nesta quinta e sexta-feiras, dias 7 e 8, leilões de compra e venda de Notas do Tesouro Nacional, Série F (NTN-F) (9h30).