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Em relação a setembro do ano passado, o setor industrial registrou expansão em setembro deste ano em 10 dos 15 locais que integram a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada nesta quarta-feira (8/11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média nacional, o setor industrial mostrou crescimento de 2,6% no período.

Os estados do Pará (13,2%) e Rio de Janeiro (11,3%) tiveram os avanços mais intensos. Os resultados positivos foram impulsionados pelos setores de indústrias extrativas (minérios de ferro em bruto ou beneficiados) no Pará e por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, óleos combustíveis, gasolina automotiva, querosenes de aviação, óleos lubrificantes básicos e naftas para petroquímica) e veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis e caminhões) no Rio de Janeiro.

Os demais avanços ocorreram no Paraná (8,9%), Goiás (7,3%), Amazonas (6,8%), São Paulo (5,0%), Bahia (4,7%), Mato Grosso (4,5%), Ceará (3,3%) e Santa Catarina (2,4%).

Por outro lado, houve perdas relevantes no Rio Grande do Sul (-5,0%) e Pernambuco (-4,1%). A queda na produção gaúcha foi puxada pelos setores de celulose, papel e produtos de papel (celulose) e produtos alimentícios (óleo de soja em bruto, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja, queijos, sucos concentrados de frutas e carnes e miudezas de aves frescas ou refrigeradas).

Em Pernambuco, houve impacto de produtos alimentícios (açúcar cristal e refinado de cana-de-açúcar) e bebidas (aguardente de cana-de-açúcar e refrigerantes).

Os resultados negativos restantes foram observados no Espírito Santo (-2,7%), Região Nordeste (-1,3%) e Minas Gerais (-0,8%).

O IBGE ressaltou, porém, que o mês de setembro de 2017 teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior.

 

 

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