IC-Br sobe 1,39% em outubro ante setembro e bate recorde da série histórica

A alta na margem que se viu em outubro foi puxada pelos produtos agropecuários, já que os segmentos de metal e de energia tiveram queda na comparação com setembro

atualizado

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EDUARDO DUARTE/ESTADÃO CONTEÚDO
Brasil, Brasília, DF, 14/10/2014. Retrato do edifício sede do Banco Central, em Brasília (DF).
1 de 1 Brasil, Brasília, DF, 14/10/2014. Retrato do edifício sede do Banco Central, em Brasília (DF). - Foto: EDUARDO DUARTE/ESTADÃO CONTEÚDO

O Índice de Commodities do Banco Central (IC-Br) desacelerou em outubro na margem, mas a alta de 1,39% foi suficiente para que o indicador batesse o terceiro recorde consecutivo da série histórica iniciada em janeiro de 1998. Em agosto, o IC-Br atingiu 169,87 pontos e, em setembro, disparou para 186,75 pontos. No mês passado, subiu para 189,34 pontos.

Em janeiro, o indicador estava em 141,76 pontos e, no mês seguinte, subiu para 148,81. Em março, atingiu 160,54 e, em abril, recuou para 157,11. Em maio, voltou a subir para 158,30 e, em junho, ficou praticamente estável (158,28 pontos). Em julho, houve alta para 162,67 pontos.

A alta na margem que se viu em outubro foi puxada pelos produtos agropecuários, já que os segmentos de metal e de energia tiveram queda na comparação com setembro. Ao longo de todo o ano passado, o indicador subiu 5,47%.

No trimestre de agosto a outubro deste ano, o índice registra alta de 16,40% e, em 12 meses, de 28,93%. No acumulado do ano, há elevação de 26,70%. Para efeitos de comparação, o BC também divulga em seu documento que o indicador internacional de commodities, o CRB, caiu 2,65% na comparação mensal e segue em alta de 15,01% na trimestral. Em 12 meses, mantém-se no terreno positivo (35,28%), assim como no acumulado do ano (31,03%).

O grupo energia teve queda de 0,77%, na comparação mensal. Esse grupo tem alta de 11,30% nos três meses encerrados em outubro e de 16,93% no acumulado do ano. Em 12 meses, ainda registra alta de 1,22%. Neste segmento, estão inclusos preços de gás natural, carvão e petróleo.

No caso dos preços de metais – alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel – o recuo em outubro foi de 1,80% na margem, enquanto no trimestre houve uma elevação de 14,61%. Em 12 meses, a alta é de 22,39% e, no acumulado do ano, de 17,76%.

Ainda sobre o mês passado, itens agropecuários, como carne de boi, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco, entre outros, subiram 2,34% em outubro ante setembro. No trimestre, há uma alta de 17,28%. No acumulado de 12 meses, o grupo tem elevação de 35,56% e, no ano, o indicador está positivo em 30,14%.

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