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Economia

Guedes diz que Lira ajuda com reformas, enquanto do Senado vem "bomba"

O ministro da Economia disse que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), foi seduzido pela CPI da Covid-19

26/08/2021 12:11
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Hugo Barreto/Metrópoles
Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, partiu em ofensiva contra o Senado nesta quinta-feira (26/8). De acordo com o chefe da pasta, enquanto o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), se esforça para aprovar as reformas estruturantes (tributária e administrativa), o Senado manda apenas “bomba” para o governo.

Na semana passada, Guedes disse que o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), foi seduzido pela CPI da Covid-19, e que as investigações atrasam a agenda de reformas. Desta vez, o ministro criticou as previsões da Instituição Fiscal Independente (IFI), que orienta o Senado em relação ao estado das contas públicas do país.

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Paulo Guedes entrega reforma tributária a Arthur Lira
Jair Bolsonaro com Paulo Guedes, em cerimônia no Planalto
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Jair Bolsonaro com Paulo Guedes, em cerimônia no Planalto

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Paulo Guedes, ministro da Economia
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Paulo Guedes, ministro da Economia

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Paulo Guedes entrega reforma tributária a Arthur Lira
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Paulo Guedes entrega reforma tributária a Arthur Lira

Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

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“Acho que vocês estão muito mal assessorados”, avaliou. “[O IFI] É uma ferramenta de militância. Possivelmente foi colocado por senadores da oposição do governo, já que o Senado está errando em todas [as previsões econômicas]. Lira está ajudando com as reformas. Enquanto isso, do Senado está vindo bomba. Provavelmente por essa assessoria”, afirmou.

Como exemplo, o ministro citou a crise dos precatórios. “Não fiz nada que não tivesse sido feito antes. Se entrarem precatórios, por exemplo, não há dinheiro para expandir as vacinas. Será que o jovem do IFI prefere isso?”, ameaçou.

Os precatórios são dívidas da União não passíveis de recursos. Ao todo, o montante previsto para pagamento em 2022 é de R$ 90 bilhões. De acordo com Guedes, esse custo será um “meteoro” para as contas públicas, se honrado.