Governo estuda desestatizar aeroportos Santos Dumont e Congonhas
Publicação no DOU libera estudos para avaliar a concessão de trechos de rodovias, terminais portuários e aeroportos à iniciativa privada

Decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (23/2) libera a realização de estudos para avaliar a concessão à iniciativa privada de empreendimentos de transporte rodoviário, portuário e aeroportuário.
Segundo a publicação, diversos trechos de rodovias, terminais de portos e aeroportos estão qualificados para participarem do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).
O PPI é responsável por analisar privatizações e parcerias público-privadas, além de incluí-las no Programa Nacional de Desestatização (PND).
O decreto qualifica 24 aeroportos para o PPI. Entre eles, um está no Amapá, dois no Rio de Janeiro, dois em São Paulo, três em Minas Gerais, três no Mato Grosso do Sul, cinco no Pará e oito no Amazonas. O Aeroporto Santos Dumont e o Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e Congonhas e o Campo de Marte, em São Paulo, também foram incluídos no texto.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO decreto ainda prevê que os estudos englobem 13 trechos de rodovias situadas nos estados de Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

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Ver todasDe acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, as concessões à iniciativa privada ainda poderão ser feitas separadamente ou em blocos, dependendo da futura decisão, que será baseada nos estudos autorizados sobre a desestatização.
Em relação ao setor portuário, o decreto qualifica estudos para a desestatização dos Portos da Vila do Conde (PA), Maceió (AL), Suape (PE) e Santos (SP) e o os Portos Organizados de Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus, na Bahia. A publicação também abre caminho para a inclusão da Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA) no PPI.
A Secretaria-Geral da Presidência disse, em nota, que as medidas visam a “ampliação e modernização da infraestrutura mediante parcerias com a iniciativa privada”. “Com essas medidas, pretende-se dar maior competitividade ao país com a expansão e aperfeiçoamento da infraestrutura para transportes”, diz a nota do órgão.











