1 de 1 Um avião decolando durante o dia - Metrópoles
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O Banco Central informou nesta sexta-feira (29/4) que os gastos de brasileiros no exterior atingiram US$ 804 milhões em fevereiro deste ano.
Segundo a instituição, os números são maiores que os registrados no mesmo mês de 2020, ou seja, antes de a Organização Mundial da Saúde (OMS) definir que a crise do coronavírus se tornara uma pandemia.
Com a crise sanitária ocorrendo em todo o mundo, o dólar disparou e os voos foram suspensos, em razão da redução do comércio mundial e das restrições impostas pela Covid.
Após sucessivas altas, o dólar também tem sido cotado em um valor mais baixo. Depois da trégua registrada nos últimos meses, a moeda voltou a operar em queda, fechando em R$ 4,94 nessa quinta-feira (28/4).
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Os tratamentos para a Covid-19 podem variar conforme o quadro apresentado. Em casos mais leves, onde há presença de dores musculares, dor na cabeça, perda do paladar ou do olfato, tosse intensa e febre, repouso e o uso de certos medicamentos podem auxiliar no alívio dos sintomas
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Em casos mais graves, em que o paciente possui dificuldade para respirar ou apresenta dor no peito, é necessário realizar tratamento hospitalar
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No Brasil, alguns medicamentos foram autorizados pela Anvisa como tratamento para a Covid-19. Um deles é o baricitinib, fortemente recomendado para pacientes com quadros graves da infecção, pois aumenta a probabilidade de sobrevivência às complicações que o coronavírus pode causar
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O medicamento age diminuindo os danos causados pelo coronavírus nas células e diminui inflamações. É fornecido na forma de comprimidos de 2 mg ou 4 mg e deve ser utilizado somente com prescrição médica
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O anticorpo monoclonal sotrovimab é outro medicamento autorizado pela agência reguladora como tratamento para a Covid-19. No entanto, ele é indicado apenas para quadros leves da doença e deve ser utilizado quando os primeiros sintomas se manifestarem
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Segundo a farmacêutica GSK, o sotrovimabe é eficaz contra mutações do coronavírus, assim como as que caracterizam a variante Ômicron. O remédio é injetável e de uso restrito a hospitais
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A dexametasona, um corticoide, é outro tratamento autorizado. Segundo estudos, o medicamento é indicado para pacientes com quadros graves. Ele é capaz de reduzir a mortalidade apenas quando o uso de oxigênio é necessário
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Apesar de ser indicado por órgãos de saúde, o corticoide não deve ser utilizado sem orientação médica, pois pode piorar o quadro clínico se usado precocemente
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A Anvisa também concedeu permissão para a utilização do coquetel de anticorpos REGN-COV. O tratamento é indicado para pessoas que estão apresentando os primeiros sintomas da doença e não precisam de internação, mas que possuem risco maior de desenvolver quadros graves
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Para o uso do coquetel, que contém dois anticorpos monoclonais, o casirivimabe e imdevimabe, é necessário prescrição médica. Ele é aplicado via infusão intravenosa e, segundo a fabricante, reduz em até 70% o risco de hospitalização ou morte. Em casos graves, o medicamento não deve ser utilizado, pois pode piorar o quadro
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Assim como os corticoides, os bloqueadores dos receptores de interleucina-6 também são indicados para tratar sintomas graves da Covid-19, pois reduzem a morte pela doença. No entanto, para a utilização do medicamento é necessário prescrição médica, pois o uso indevido pode piorar o quadro do paciente
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Todos os medicamentos autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária são de uso restrito hospitalar e são tratamentos para pessoas que estão com coronavírus. Até o momento, nenhum remédio se mostrou eficaz para prevenir a infecção pela doença
“A recuperação decorre da maior normalização do turismo durante a pandemia. Restrições e proibições praticamente foram todas reduzidas e as pessoas têm ganhado mais confiança de retomar as viagens internacionais”, afirmou o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha.
Apesar de os gastos com viagens ao exterior terem avançado, os números ainda não chegaram ao mesmo patamar de antes da pandemia. Entre 2017 e 2019, as despesas de brasileiros fora do país ultrapassavam U$S 1 bilhão.
De acordo com o BC, o Brasil ainda está “longe” de retomar esses números. Nos meses de fevereiro de 2017 e 2019, os gastos oscilaram entre US$ 1,3 bilhão e US$ 1,4 bilhão, respectivamente.
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