Dólar volta a subir, após dados da produção indústrial dos EUA

Investidores repercutem a publicação da produção industrial dos Estados Unidos (EUA) e dos dados da inflação medida pelo IGP-10

atualizado

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Dolar americano
1 de 1 Dolar americano - Foto: Getty

O dólar oscilou entre altas e baixas durante o pregão desta sexta-feira (17/1). A moeda norte-americana abriu em queda, chegou a embalar uma alta e depois voltou a cair. Por volta das 14h35, o dólar recuava 0,03%, cotado a R$ 6,05. O valor da moeda pode ser impactado pelos resultados da produção industrial e do setor de construção dos Estados Unidos (EUA).

O que aconteceu:

  • Por volta das 14h35, o dólar recuava 0,03%, cotado a R$ 6,05.
  • Às 10h42, o dólar avançava 0,35%, cotado a R$ 6,07.
  • Às 9h30, o dólar recuava 0,12%, cotado a R$ 6,04.
  • Na máxima do dia, a moeda chegou a R$ 6,09, enquanto o valor mínimo foi de R$ 6,02.
  • No pregão dessa quinta-feira (16/1), o dólar oscilou entre altas e baixas. No entanto, a moeda fechou o dia em alta de 0,48%, a R$ 6,05. Durante a sessão, o dólar ficou abaixo dos R$ 6 pela primeira vez desde 13 de dezembro de 2024.
  • Na semana passada, o dólar acumulou queda de 1,26%. Embora tenha registrado um recuo significativo, encerrou a última sexta-feira (10/1) em alta de 1%, cotado a R$ 6,10.
  • Para o mercado financeiro, o dólar fechará o ano de 2025 cotado na casa dos R$ 6.

No Brasil, o mercado repercute o resultado do IGP-10, que registrou alta de 0,53% em janeiro. Embora tenha avançado, o índice — que calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil — desacelerou em relação a dezembro, quando ficou em 1,14%.

Há ainda uma expectativa para uma declaração pública do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta sexta-feira. Segundo a agenda oficial, ele concederá uma entrevista ao vivo às 15h.

Investidores também aguardam a publicação de dois indicadores econômicos dos Estados Unidos.

Por volta das 10h30, foram publicados os dados sobre as licenças de construção e construção de novas casas referentes a dezembro. Com essas estatísticas, é possível identificar como está o setor imobiliário e a confiança dos construtores.

Além disso, o mercado financeiro reage aos dados da produção industrial de dezembro e do acumulado de 2024. O indicador foi publicado, às 11h15, pelo Departamento de Comércio dos EUA.

O dólar

O dólar abriu esta semana apresentando volatilidade, com oscilação entre altas e quedas. No entanto, no fim do pregão dessa segunda-feira (13/1) teve leve queda de 0,07%, cotado a R$ 6,09.

No pregão dessa quinta-feira, o dólar pôs fim a uma sequência de três baixas consecutivas. A moeda recuou 0,48%, a R$ 6,05. No entanto, às 9h35 recuava 0,40% e chegou a encostar nos R$ 5,99 — ficando abaixo dos R$ 6 pela primeira vez desde 13 de dezembro de 2024. Mas, quase uma hora depois, voltou a embalar uma alta.

A moeda encerrou a última sexta em alta de 1%, a R$ 6,10. Embora tenha apresentado um avanço considerável, o dólar registrou uma queda acumulada de 1,26% na semana passada.

Projeções do mercado financeiro indicam que a taxa de câmbio (ou seja, o dólar) fechará o ano valendo R$ 6, segundo dados do relatório Focus mais recente, divulgado pelo Banco Central (BC).

O Ibovespa caiu nessa quinta-feira. No fim das negociações da bolsa de valores, o índice fechou em queda de 1,15%, 121.234 pontos.

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