Conta de luz é a vilã da inflação de setembro. Saiba o porquê

No ano, a energia elétrica acumula uma alta de 16,42%. O IPCA subiu 0,48% em setembro, após registrar deflação em agosto

atualizado

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1 de 1 Conta, lâmpada, luz, aneel - Metrópoles - Foto: Aline Massuca/ Metrópoles

A energia elétrica residencial exerceu o principal impacto no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país. O IPCA subiu 0,48% em setembro, após registrar deflação de 0,11% em agosto.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta da energia elétrica ocorreu devido ao fim da incorporação do “Bônus de Itaipu”, creditado nas faturas emitidas em agosto.

Na passagem de agosto para setembro, a conta de luz subiu 10,31% e registrou o principal impacto individual no índice do mês (0,41 ponto). O IBGE destaca que a continuidade da vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2 também influenciou no aumento dos preços, com o acréscimo de R$ 7,87 na conta a cada 100 Kwh consumidos.

Outro destaque foi a incorporação dos seguintes reajustes tarifários: 18,62% em São Luís (27,30%), a partir de 28 de agosto; 15,32% em Vitória (12,37%), a partir de 7 de agosto, e 4,25% em Belém (8,05%), a partir de 7 de agosto.

Energia elétrica acumula alta de 16,42%

No ano, a energia elétrica acumula uma alta de 16,42%, com impacto de 0,63 ponto no índice (3,64%). Em 12 meses, o indicador subiu 10,64%, o que representa um incremento de 0,44 ponto no índice acumulado do período (5,17%).

Confira a variação da energia elétrica residencial em setembro:

  • Brasil: 10,31%
  • São Luís: 27,30%
  • Vitória: 12,37%
  • Curitiba: 12,24%
  • Goiânia: 12,10%
  • Porto Alegre: 11,50%
  • Aracaju: 11,16%
  • Rio de Janeiro: 10,71%
  • São Paulo: 10,62%
  • Brasília: 10,07%
  • Fortaleza: 9,40%
  • Campo Grande: 8,85%
  • Belém: 8,05%
  • Rio Branco: 7,86%
  • Recife: 7,73%
  • Belo Horizonte: 7,49%
  • Salvador: 7,13%

A variação no ano:

  • Brasil: 16,42%
  • São Luís: 25,15%
  • Vitória: 26,25%
  • Curitiba: 14,48%
  • Goiânia: 8,49%
  • Porto Alegre: 18,32%
  • Aracaju: 19,85%
  • Rio de Janeiro: 8,92%
  • São Paulo: 25,57%
  • Brasília: 11,49%
  • Fortaleza: 10,43%
  • Campo Grande: 7,18%
  • Belém: 9,46%
  • Rio Branco: 4,84%
  • Recife: 15,61%
  • Belo Horizonte: 17,25%
  • Salvador: 10,20%.

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