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O ministro do Planejamento, Esteves Colnago, reafirmou nesta quinta-feira (7/6) que o governo não cortará despesas efetivas para cumprir o acordo firmado com os caminhoneiros. No fim de maio, o governo cancelou dotações orçamentárias de várias áreas para viabilizar os recursos para subsidiar o preço do óleo diesel.

As despesas efetivas que não foram atingidas pelos cortes incluem gasto com pessoal e o pagamento dos juros da dívida. O ministro admitiu que o orçamento está “limitado e restrito” e que a pasta busca fontes de recursos para atender diversas demandas.

“Nós não cortamos nenhuma despesa efetiva. O que foi feito pelo governo foi o corte de uma despesa potencial que poderia vir a acontecer”, explicou Colnago, depois de participar do lançamento do portal Normas.gov, na Imprensa Nacional.

O ministro adiantou que os recursos poderão ser realocados no Orçamento, se a receita do país permitir. “Se a arrecadação continuar vindo bem, nós podemos recompor esse espaço, mas não houve corte de despesa”, completou.

 

 

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