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Brasil

Doria sobre protestos contra restrições: "Manifestação pela morte"

Governador foi alvo de críticas nesse fim de semana por fechar serviços não essenciais. SP entra na fase emergencial nesta segunda-feira

15/03/2021 10:07, atualizado 15/03/2021 12:39
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Fábio Vieira/Metrópoles
O governador João Doria (PSDB), participa do início da vacinação drive-thru na praça Charles Miller, zona oeste de São Paulo, nesta segunda-feira (8/2).

São Paulo – O governador de São Paulo, João Doria, condenou na manhã desta segunda-feira (15/3) as manifestações realizadas no fim de semana contra as novas medidas restritivas adotadas por estados para conter o avanço da Covid-19.

Na capital, os manifestantes foram nesse domingo (14/3) à Avenida Paulista, na região central de São Paulo, para pedir o impeachment de Doria.

Doria sobre protestos contra restrições: “Manifestação pela morte” - destaque galeria
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O pedido de intervenção militar foi uma das pautas levantadas
No entanto, algumas pessoas demonstraram carinho ao presidente Jair Bolsonaro
Bolsonaro foi lembrado no protesto que acontece na Avenida Paulista
Doria e Bolsonaro são desafetos políticos desde meados de 2019
Manifestantes vestem verde e amarelo
Manifestantes protestam contra o governador João Doria (PSDB), em frente à sede da Fiesp na Avenida Paulista, região central de São Paulo, nesta tarde de domingo (14/3)
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Manifestantes protestam contra o governador João Doria (PSDB), em frente à sede da Fiesp na Avenida Paulista, região central de São Paulo, nesta tarde de domingo (14/3)

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O pedido de intervenção militar foi uma das pautas levantadas
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O pedido de intervenção militar foi uma das pautas levantadas

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No entanto, algumas pessoas demonstraram carinho ao presidente Jair Bolsonaro
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No entanto, algumas pessoas demonstraram carinho ao presidente Jair Bolsonaro

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Bolsonaro foi lembrado no protesto que acontece na Avenida Paulista
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Bolsonaro foi lembrado no protesto que acontece na Avenida Paulista

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Doria e Bolsonaro são desafetos políticos desde meados de 2019
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Doria e Bolsonaro são desafetos políticos desde meados de 2019

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Manifestantes vestem verde e amarelo
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Manifestantes vestem verde e amarelo

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Bandeira do Brasil é símbolo nos protestos da direita
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Bandeira do Brasil é símbolo nos protestos da direita

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Bandeiras e cartazes com a frase "Fora Doria" são usados
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Bandeiras e cartazes com a frase "Fora Doria" são usados

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Pessoas se aglomeram sem máscara de proteção
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Pessoas se aglomeram sem máscara de proteção

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O distanciamento social é uma das recomendações para não contrair o vírus, mas isso não é visto no protesto
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O distanciamento social é uma das recomendações para não contrair o vírus, mas isso não é visto no protesto

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O ex-presidente Lula também é alvo de protestos
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O ex-presidente Lula também é alvo de protestos

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“É um péssimo exemplo dado ontem [domingo] em São Paulo e em todo o Brasil. Um exemplo que coloca em risco essas pessoas. Eu chamo isso de manifestação pela morte”, afirmou em coletiva no Instituto Butantan.

O governador ressaltou que os protestos “pró-presidente Jair Bolsonaro” ocorrem no pior momento da pandemia em São Paulo e no Brasil. “São manifestações inadequadas, de pessoas sem máscara que se alglomeraram em ruas, avenidas e praças”, alertou.

Doria afirmou ainda que os protestos são legítimos, mas deveriam ser feitos de forma virtual. “É legítimo, mas neste momento façam pelas redes sociais, façam de forma remota, virtual, e não com aglomerações”, disse.

Questionado sobre a adoção de medidas ainda mais restritivas, o governador afirmou que fará o necessário, seguindo a orientação do Centro de Contingência. “Não hesitaremos em adotar todas as medidas que forem necessárias.”

O estado de São Paulo entrou nesta segunda-feira na fase emergencial do plano de quarentena, com toque de recolher das 20h às 5h e restrições a 14 atividades. A medida ficará em vigor até o final do mês.

“A população precisa ficar em casa e entender a importância do período de 15 dias da fase emergencial para que não tenhamos que adotar uma fase mais dura”, afirmou Doria.

O governador acompanhou nesta segunda a entrega de mais 3,3 milhões de doses da Coronavac ao Ministério da Saúde. É o maior lote liberado pelo Butantan.

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