De volta à Câmara após confusão, Glauber chama Motta de “covarde”. Vídeo

Depois de Motta pautar cassação de Glauber, deputado ocupou a mesa diretora e foi retirado à força do plenário da Câmara

atualizado

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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) ocupou a mesa diretora da Câmara nesta terça-feira, levando os seguranças a esvaziarem o plenário. A TV Câmara chegou a cortar o sinal durante a ação Metrópoles
1 de 1 O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) ocupou a mesa diretora da Câmara nesta terça-feira, levando os seguranças a esvaziarem o plenário. A TV Câmara chegou a cortar o sinal durante a ação Metrópoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O deputado federal Glauber Braga (Psol-RJ) que foi retirado à força da cadeira da presidência da Câmara dos Deputados ontem, afirmou nesta quarta-feira (10/12) que o presidente da Casa, Hugo Motta, “é um covarde” e que isso seria uma “marca de sua trajetória”.

O deputado apareceu na Câmara nesta tarde, mesmo tendo orientado pela área médica da Câmara a ficar afastado das atividades por dois dias, tendo em vista que seu diagnóstico de traumatismo superficial no ombro após a confusão.

“O presidente Hugo Motta é um covarde, é isso que ele é. As pessoas durante a sua vida, não adianta a gente esperar que saia coragem de onde a marca é a covardia. Hugo Mota tem como marca da sua trajetória a covardia. Então eu não vou esperar coragem de quem tem como marca de vida a covardia que foi o que ele demonstrou no dia de hoje”, afirmou a jornalistas.

Nesta mesma tarde, a Câmara está analisando a cassação de Glauber, assim como da deputada Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Até agora, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a cassação do mandato de Zambelli.

A inclusão da cassação de Glauber na pauta foi anunciada por Motta na tarde de terça, depois de uma reunião de líderes. Em protesto, o deputado sentou-se na cadeira da presidência e foi retirado à força pela polícia legislativa.

No momento, a imprensa foi retirada do plenário e não pôde acompanhar, a não ser por vídeos que foram sendo divulgados logo depois. Quando Glauber deixou o plenário, houve uma confusão e jornalistas chegaram a ser agredidos.

“Agora, ele tem que responder por aquilo que ele fez. Não só por aquilo que fez contra mim, contra a deputada Sâmia Bomfim, contra a deputada Célia Xakriabá, por uma ordem direta que deu para a polícia legislativa para fazer o que fez. Ele tem que responder pelo que fez com os jornalistas”, completou.

Mesmo depois da confusão, Motta ainda assim abriu nova sessão e votou, madrugada a dentro, o PL da dosimetria. O texto, como aprovado pela Câmara, pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros condenados pelo 8 de Janeiro.

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