Curso do Itamaraty pergunta o que fazer em caso de invasão alienígena

Questionamento faz parte de apostila dos alunos do curso de formação para promoção de oficial de Chancelaria

Rafaela Felicciano/MetrópolrdRafaela Felicciano/Metrópolrd

atualizado 03/07/2019 18:01

Imagine que um terremoto atinge um posto onde você está, ao mesmo tempo de um tsunami e uma explosão de uma bomba atômica por um grupo terrorista. Junto a tudo isso, seu país é invadido por um grupo de alienígenas oriundos de Beta Centauri. O que você faria?

Essa foi uma das questões feitas pelo Itamaraty, em exercício aplicado a alunos do curso de formação para promoção de oficial de Chancelaria, organizado pela pasta chefiada pelo ministro Ernesto Araújo. As informações são do G1.

Nessa situação quase “apocalíptica“, a apostila pergunta qual deveria ser a prioridade do responsável pela gestão patrimonial no ambiente descrito.

De acordo com a assessoria de imprensa do Itamaraty, o objetivo principal seria reforçar que, em uma situação de extremo pânico, como abalos sísmicos, terremotos ou a dominação da Terra por extraterrestres, o mais importante seria a preservação da vida e não a gestão dos bens patrimoniais.

Terremotos, incêndios, guerras, invasões alienígenas, etc.: preocupe-se com as pessoas, não com os bens (existem também preocupações relacionadas a documentos e segurança de informações, mas que também estão fora da alçada da gestão patrimonial)”, destacou a assessoria.

O Itamaraty acrescentou, ainda, que utiliza recursos retóricos para fins exclusivamente didáticos.

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