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Cúpula do Brics começa neste domingo (6/7). Entenda o que está em jogo

Líderes de mais de 30 países se reúnem no Rio de Janeiro para discutir meio ambiente, conflitos e reforma da ONU

atualizado

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Ricardo Stuckert/PR
Presidente Lula - Brics
1 de 1 Presidente Lula - Brics - Foto: Ricardo Stuckert/PR

Chefes de Estado e representantes de mais de 30 países se reúnem neste domingo (6/7) para a 17ª Cúpula de Líderes do Brics, no Rio de Janeiro. Sob a presidência brasileira, os países buscam consenso para chegar a uma declaração final.

O documento deve englobar temas prioritários para agenda internacional do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como a defesa do multilateralismo, a reforma de organismos globais, o combate às mudanças climáticas, entre outros.

O grupo também se prepara para divulgar declarações conjuntas sobre inteligência artificial, financiamento climático e erradicação de doenças.


Sobre o Brics

  • O Brics é formado por 11 países membros. São eles: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.
  • Além dos membros permanentes, outros dez países compõem o grupo como parceiros: Bielorrúsia, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda, Uzbequistão e Vietnã.
  • O principal objetivo do bloco é promover a cooperação entre os países no campo econômico, político e social, de forma a impulsionar o desenvolvimento de seus membros.
  • A presidência brasileira elencou seis temas prioritários. São eles: cooperação em saúde global; comércio, investimento e finanças; combate à mudança do clima; governança em inteligência artificial; arquitetura multilateral de paz e segurança; e desenvolvimento institucional do Brics.
  • A reunião de cúpula acontece nos dias 6 e 7 de julho, no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro.

Como mostrou o Metrópoles, negociadores trabalhavam em um consenso sobre três temas-chave: a reforma do conselho de segurança da ONU, o conflito no Irã e a questão palestina. Agora, a discussão será levada a nível de chefe de Estado.

A cúpula também será marcada pela ausência de grandes líderes. O presidente da China, Xi Jinping, enviou o primeiro-ministro Li Qiang. Já o presidente da Rússia, Vladimir Putin, participará via videoconferência por conta de um impasse envolvendo um mandado de prisão em aberto pelo Tribunal Penal Internacional.

Programação

Pela manhã, ocorre a cerimônia de chegada dos líderes, que serão recepcionados pelo anfitrião, o presidente Lula. O grupo segue para a fotografia oficial. Em seguida, acontece a sessão plenária sobre paz e segurança e reforma da governança global.

Após almoço, o presidente recepciona chefes de delegação de organismos internacionais, países convidados e parceiros.

À tarde, ocorre a sessão sobre fortalecimento do multilateralismo, assuntos econômico-financeiros e inteligência artificial. Ao final, Lula e a primeira-dama, Janja Lula da Silva, oferecerão um jantar para os líderes.

Já na segunda-feira (7/7), último dia de cúpula, será realizada uma sessão plenária para discutir meio ambiente, COP30 e saúde global.

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