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Brasil

Criança é espancada até a morte por mãe e padrasto em Goiânia

Os casal incendiou a casa onde morava para encobrir provas do crime, mas foi preso logo em seguida

20/11/2017 18:46, atualizado 20/11/2017 19:31
Reprodução
Criança é espancada até a morte por mãe e padrasto em Goiânia

A mãe e o padrasto de um garoto de 2 anos são acusados de espancarem a criança até a morte. O caso ocorreu em Goiânia (GO), e o menino morreu em 3 de novembro. Na época, o Conselho Tutelar foi acionado após receber denúncias de maus-tratos e agressões. Desde então, o caso passou a ser apurado pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH).

Segundo a Polícia Civil, em depoimento nesta segunda-feira (20/11), Bruna Lucinda Batista Ferreira, de 28 anos, e o companheiro, Gedeon Alves dos Santos, 24, registraram boletim de ocorrência com a alegação de que a criança teria morrido em um acidente de trânsito. O casal foi preso na última terça-feira (14/11) depois de incendiar a casa onde vivia para encobrir provas do crime.

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Bruna Lucinda Batista Ferreira, de 28 anos, era mãe de Bruno, e nega participação nos crimes
Gedeon Alves dos Santos, de 24 anos, também foi acusado de estuprar Bruno, de 2
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Gedeon Alves dos Santos, de 24 anos, também foi acusado de estuprar Bruno, de 2

Divulgação PC/GO
Bruna Lucinda Batista Ferreira, de 28 anos, era mãe de Bruno, e nega participação nos crimes
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Bruna Lucinda Batista Ferreira, de 28 anos, era mãe de Bruno, e nega participação nos crimes

Divulgação PC/GO

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De acordo com o delegado responsável pelo caso, Danillo Proto, o laudo pericial mostrou que o menino, Bruno, morreu devido a lesões em diferentes partes do corpo. “O fígado foi dilacerado, o pâncreas partido ao meio e tinham várias lesões na cabeça”, disse. Além disso, os exames comprovaram que Bruno foi estuprado, sendo que o padrasto afirmou ter usado um amassador de legumes para praticar a violação.

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A mãe da criança, contudo, nega participação nos acontecimentos. “Mas ela sabia das agressões e foi conivente com o assassinato do filho”, conclui Proto.

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