CPI do Crime Organizado: promotor que investiga PCC adia depoimento

CPI do Crime Organizado ouviu, nesta quarta-feira (19/11), apenas o diretor de Inteligência Penal da Senappen, Antônio Glautter

atualizado

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Alfredo Henrique/Metrópoles
promotor de Justiça Lincoln Gakiya, que investigou PCC, se diz contra definir organização como terrorista.
1 de 1 promotor de Justiça Lincoln Gakiya, que investigou PCC, se diz contra definir organização como terrorista. - Foto: Alfredo Henrique/Metrópoles

O promotor de Justiça Lincoln Gakiya (foto em destaque) pediu para adiar o depoimento dele à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, previsto para esta quarta-feira (19/11). Dessa forma, os parlamentares ouvem hoje apenas o diretor de Inteligência Penal da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), Antônio Glautter de Azevedo Morais.

Veja a íntegra aqui:

Gakiya é promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo, integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e investiga a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) desde o início da década de 2000.

Ele será ouvido na próxima terça-feira (25/11), com o diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal, Leandro Almada da Costa.

Ambos foram convidados por meio de um requerimento apresentado pelo relator da comissão, o senador Alessandro Vieira (MDB), que foi aprovado na reunião de instalação do colegiado.

Segundo Vieira afirmou na justificativa para o convite, o promotor “é um dos nomes que mais conhece a atuação da organização criminosa no Brasil”.

O senador defende, para a oitiva das autoridades, que “a contribuição das autoridades acima convidadas é imprescindível para que este colegiado possa construir um diagnóstico fidedigno da ameaça e avaliar a eficácia das políticas públicas em vigor.

Oitiva do diretor da PF

Na manhã de terça-feira (18/11), o primeiro a ser ouvido pela CPI do Crime Organizado foi o diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.

Na reunião, Rodrigues defendeu que haja uma diferenciação do que as autoridades estão enfrentando quando se trata de crime organizado e afirmou que não se deve “glamourizar” as ações delituosas, além de criticar a tentativa de se equiparar organizações criminosas com terroristas.

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