Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Mãe diz que criança morta com choque em extensão estava molhada

Criança de 6 anos morreu depois de encostar em fio de extensão para carregar celular. Mãe disse à polícia que ela estava com o corpo molhado

22/02/2022 19:36, atualizado 22/02/2022 19:37
Reprodução
Hospital Municipal Santa Efigência, em Niquelândia, Goiás

Goiânia – A pequena Juliana Ferreira de Jesus, de 6 anos, que morreu após tomar um choque em uma extensão para carregar o celular, estava com o corpo molhado no momento da descarga elétrica.

À Polícia Civil, a mãe da menina disse que a filha tinha saído do banho quando encostou no fio. O caso aconteceu em Niquelândia, na região norte de Goiás.

O acidente ocorreu no último sábado (19/2) e, inicialmente, foi registrado como acidental. No entanto, de acordo com a corporação, é necessário que os laudos da perícia fiquem prontos para a conclusão da investigação.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Em depoimento, a mãe de Juliana relatou que foi a uma casa para lavar roupas e levou a filha como companhia. Ela, então, ligou a televisão na extensão para que a criança pudesse assistir. A garota tomou banho e, com o corpo ainda molhado, voltou à sala e acabou encostando na extensão.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Ainda conforme depoimento da mãe, após o choque, Juliana gritou e caiu no chão. A genitora informou que chegou a puxar o fio da tomada, mas a filha já estava em estado muito grave.

Ajuda da PM

A mãe e o dono da casa onde as duas estavam foram de carro em busca de socorro médico. No meio do caminho, encontraram uma viatura da Polícia Militar, que fazia patrulhamento de rotina na região.

Os agentes levaram a menina ao pronto-socorro do Hospital Municipal Santa Efigênia, onde recebeu atendimento, mas não resistiu e morreu.

Depois de confirmar o óbito, a equipe médica chamou a Polícia Técnico-Cientifica para fazer a análise e remoção do corpo e encaminhá-lo para o IML para a realização de exames cadavéricos. O corpo foi velado e sepultado no cemitério da cidade.