Corpo achado em mala é de amigo do suspeito de esquartejar corretora

A Polícia Civil de Santa Catarina (PC-SC) investiga se o caso tem ligação com o assassinato da corretora de imóveis em Florianópolis (SC)

atualizado

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Imagem colorida mostra foto mostra Alberto e Luciane, vítimas de homicídio em Florianópolis
1 de 1 Imagem colorida mostra foto mostra Alberto e Luciane, vítimas de homicídio em Florianópolis - Foto: Reprodução/Redes sociais

O corpo encontrado dentro de uma mala na Praia do Santinho, em Florianópolis (SC), no fim de 2025, foi identificado na quarta-feira (18/3) como sendo de Alberto Pereira de Araújo, de 29 anos.

A Polícia Civil de Santa Catarina (PC-SC) apura se esse caso tem ligação com o assassinato da corretora de imóveis Luciane Aparecida Estivalet Freitas, ocorrido na mesma região no início do mês.

Algumas semelhanças entre os crimes passaram a ser analisadas pelos investigadores. Alberto morava no mesmo condomínio que Luciane. Além disso, ele era natural de Laranjal Paulista (SP), cidade também ligada a Matheus Vinicius Silveira Leite, de 27, apontado como um dos suspeitos pela morte da corretora.

O homem trabalhou como segurança em uma padaria e era considerado foragido em outro caso, envolvendo a morte de João Batista Vieira, de 65.

Outro ponto que chamou a atenção foi o local onde a mala com o corpo foi abandonada, já que fica próximo ao residencial onde as vítimas e os suspeitos viviam.

Também foi levantado que Alberto tinha proximidade com um dos suspeitos, mantendo uma relação de amizade, o que pode ser relevante para o andamento das investigações.

Entenda o caso da gaúcha

A corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47, estava desaparecida em Florianópolis (SC) desde 9 de março. Ela foi encontrada morta em Major Gercinono, Vale do Rio Tijucas, na Grande Florianópolis.

A confirmação da morte veio após um corpo ser encontrado esquartejado. O cadáver estava sem cabeça, pés e braços e foi encontrado por moradores, que viram um saco suspeito dentro de um córrego e chamaram a polícia.

Segundo o irmão da corretora, Matheus Estivalet Freitas, após um período sem conseguir qualquer tipo de comunicação com a irmã, a família começou a desconfiar se era realmente ela quem estava enviando os textos, diante dos erros de ortografia que Luciane não costumava cometer.

O carro da corretora foi visto pela última vez em São João Batista (SC) por uma câmera de monitoramento da rodovia. Além das movimentações do veículo, os cartões de crédito de Luciane foram utilizados em compras on-line.

A polícia identificou, ainda, um empréstimo de R$ 20 mil no nome da corretora.

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