Confira as imagens: Carnaval 2020 leva crítica política às ruas

Além do "bozo presidente", teve crítica ao racismo, à opressão de minorias e à repressão da festa de Momo

WALLACE TEIXEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADAO CONTEUDO

atualizado 22/02/2020 16:35

A primeira noite do desfile de Carnaval de 2020, realizada na madrugada da sexta-feira (21/02/2020) para sábado (22/02/2020), foi marcada pela inserção de uma série de componentes políticos.

Em seu segundo Carnaval como presidente da República, Jair Bolsonaro foi um dos políticos mais mencionados – seja direta ou indiretamente, com citações a integrantes do seu governo.

Escolas de samba de São Paulo e do Grupo de Acesso do Rio de Janeiro levaram para o Sambódromo do Anhembi e para a Marquês de Sapucaí críticas sociais e ironia.

Em uma das inserções, uma escola do grupo de acesso do Rio de Janeiro montou o “palhaço bozo fazendo arminha“. Em São Paulo, a Mancha Verde fez menção à ministra das Mulheres, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, em uma ala inteira chamada “Homem veste azul, Mulher veste rosa”.

A escola ainda lembrou a violência policial na favela de Paraisópolis, homenageando as mães de cada um dos nove meninos mortos em uma ação policial em baile funk da comunidade.

No Rio, a Renascer de Jacarepaguá levou ao Sambódromo o tema das religiões, levantando o tema do racismo e da opressão das minorias na Marquês de Sapucaí. A escola também protestou contra o sufocamento do Carnaval do Rio de Janeiro. O prefeito da cidade, Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), também foi alvo de críticas da escola.

Confira imagens de carnaval 2020:

 

0

Últimas notícias