Comissão Arns se posiciona sobre nota das Forças Armadas

A Comissão Arns também reafirmou apoio à CPI da Covid-19, "que vem levando a cabo as tarefas de controle sobre o poder"

atualizado 09/07/2021 20:22

Fausto Junior_CPI da CovidEdilson Rodrigues/Agência Senado

Nesta sexta-feira (9/7), a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns se posicionou acerca da nota conjunta das Forças Armadas criticando o presidente da CPI da Covid-19 no Senado.

“A nota constitui ataque inaceitável à democracia reconquistada a duras penas pelos brasileiros”, diz a comissão.

No documento, o grupo acrescenta ainda que oficiais que ocupam cargos na alta administração pública estão sujeitos à investigações, de acordo com a Constituição, em casos de improbidade administrativa. “Sobretudo, quando tais atos possam ter agravado a maior catástrofe sanitária que já se abateu sobre o país, ceifando, até este momento, a vida de mais de meio milhão de pessoas”, afirma.

A Manifestação Pública expõe que o “ataque das Forças Armadas” não contribui para o combate à pandemia e, tampouco, colabora com a “proteção do direito à vida do povo brasileiro.”

A Comissão Arns reafirmou seu apoio à CPI, por estar “levando a cabo as tarefas de controle sobre o poder, conferidas ao Congresso Nacional”.

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