Coinfecção de gripe e Covid aumenta e chega a 14 unidades da Federação

Autoridades sanitárias já registraram 168 casos da dupla infecção, apelidada de flurona. Goiás confirmou o primeiro caso nesta quinta-feira

atualizado 06/01/2022 15:38

Autoridades sanitárias de 13 estados e do Distrito Federal já registram casos de flurona, a infecção simultânea por gripe e Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Até o início da tarde desta quinta-feira (6/1), o país somava 168 casos de coinfecção. São Paulo, Distrito Federal, Bahia e Mato Grosso do Sul são os locais com mais notificações (veja a lista completa abaixo).

A Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia confirmou, nesta quinta-feira (6/1), o primeiro caso de infecção simultânea por Covid-19 e influenza, conhecida como flurona.

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A pessoa é uma mulher, profissional de saúde e tem cerca de 60 anos. Ela apresenta sintomas leves, segundo o órgão, e está sendo monitorada.

Na quarta-feira (5/1), Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais e Sergipe confirmaram registros. O caso gaúcho é de um homem de 21 anos morador de Porto Alegre, que apresentou sintomas gripais leves e não precisou de hospitalização.

Veja o número de ocorrências por estado:

  • São Paulo – 110
  • Rio de Janeiro – 2
  • Ceará – 3
  • Rio Grande do Norte – 1
  • Mato Grosso do Sul – 6
  • Distrito Federal –26
  • Mato Grosso – 1
  • Bahia – 11
  • Rondônia – 1
  • Goiás – 1
  • Rio Grande do Sul – 1
  • Alagoas – 1
  • Sergipe – 1
  • Minas Gerais  – 3

A dupla infecção é conhecida como flurona, uma junção das palavras “flu”, que é gripe em inglês, com parte da palavra “coronavírus”.

Além do Brasil, Estados Unidos, Israel, Hungria e Espanha registraram flurona.

Os pacientes infectados por flurona, geralmente, apresentam febre, dor no corpo, falta de apetite, tosse, dor nas articulações, nos músculos e na garganta.

Em casos mais graves, pode haver a falta de ar e a necessidade de internação. Especialistas afirmam, entretanto, que a população não precisa se apavorar, pois não há evidências de que a coexistência dos vírus causará quadros mais graves.

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