Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Ciclone-bomba no RJ: alerta extremo orienta voltar para casa mais cedo

Fenômeno pode provocar ventos de até 110 km/h no Sul e Sudeste; governo estadual decretou ponto facultativo a partir das 13h desta sexta

07/08/2026 13:22, atualizado 07/08/2026 13:37
Reprodução/Redes sociais
Alerta extremo da Defesa Civil no Rio devido ao ciclone-bomba - Metrópoles

A Defesa Civil do Rio de Janeiro emitiu nesta sexta-feira (7/8) um “alerta extremo” para o estado devido aos ventos fortes provocados por um ciclone-bomba formado entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai. As regiões Sul e Sudeste serão as mais afetadas pelo fenômeno.

Quando o órgão emite um alerta extremo, significa que há um risco iminente ou em andamento, exigindo que a população adote medidas de proteção de forma imediata.

O governo do Rio de Janeiro decretou ponto facultativo a partir das 13h desta sexta-feira.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, reforçou nas redes sociais a orientação para que os cariocas retornem mais cedo para casa e destacou a importância de preservar a segurança da população.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

“A Prefeitura do Rio de Janeiro e o Governo do Estado do Rio de Janeiro recomendam o encerramento antecipado de todas as atividades não essenciais para permitir o retorno mais cedo para casa e salvaguardar a segurança dos cidadãos. A decisão foi tomada em conjunto com o Governador Ricardo Couto.@Prefeitura_Rio @OperacoesRio and the bodies of @GovRJ”, informou Cavaliere.

As aulas da rede municipal e estadual foram suspensas. Na noite dessa quinta-feira (6/8), o Rio entrou em estágio 2, segundo nível em uma escala de cinco, e significa que há riscos de ocorrências de alto impacto na cidade.

Ciclone-bomba

O ciclone-bomba, que ganha força no Atlântico Sul, é impulsionado por uma drástica queda na pressão atmosférica e traz uma combinação perigosa de tempestades severas, rajadas de vento intensas de até 110 km/h e queda abrupta de temperatura.

ciclone-bomba

No Rio Grande do Sul, onde o ciclone-bomba começou a se estruturar de forma mais aguda nas últimas horas, a chuva perde força gradualmente ao longo desta sexta. Em contrapartida, o estado torna-se a porta de entrada para uma potente massa de ar frio de origem polar.