Churrasco: moradores do condomínio de Bolsonaro comemoram condenação

Um dia após a decisão do STF, vizinhos do ex-presidente organizaram churrasco, com direito a decoração especial, para celebrar a condenação

atualizado

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FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
imagem colorida de churrasco de opositores no condomínio do bolsonaro, em brasília
1 de 1 imagem colorida de churrasco de opositores no condomínio do bolsonaro, em brasília - Foto: FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Moradores do condomínio Solar de Brasília, em Brasília, o mesmo onde mora o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizaram, nessa sexta-feira (12/9), um churrasco em comemoração à condenação dele pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-mandatário foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Opositores ao ex-presidente organizaram a reunião, com direito a decoração especial, músicas, bebidas e churrasco. A anfitriã, que não quis se identificar, recebeu a reportagem do Metrópoles no local e comentou sobre a iniciativa, feita de forma pacífica no quintal da própria residência. “Estamos comemorando a favor da democracia. É um sentimento de alívio”, disse.

A decoração do espaço contou com bordados e mensagens de resistência. “A Linhas da Resistência, que é um grupo que borda temas ligados a direitos humanos, defesa da democracia, do meio ambiente e da comunidade LGBT, veio para decorar a festa, que é comemoração da democracia. Isso começou em 2022, na campanha eleitoral. É exatamente para criar uma mobilização e uma sensibilização para que a gente não reelegesse Bolsonaro”, explicou uma das responsáveis pela organização.

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Moradores do condomínio de Bolsonaro fazem churrasco para comemorar a condenação dele
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Condenação

Além de Bolsonaro, outros sete aliados foram condenados pela Primeira Turma do STF. O julgamento terminou em 4 a 1. Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin votaram pela condenação. O ministro Luiz Fux foi o único a se posicionar pela absolvição.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou Bolsonaro de chefiar uma organização criminosa armada, tentar abolir violentamente o Estado Democrático de Direito, praticar golpe de Estado e causar danos a patrimônio da União e tombado. O ex-presidente e os demais réus negam as acusações.

Apesar da pena fixada em regime fechado, Bolsonaro não deve ser preso de imediato. Isso, porque a execução da condenação só ocorre após o trânsito em julgado, quando todos os recursos forem analisados.

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