Caso Luna: laudo cadavérico da menina é “estarrecedor”, diz promotor

Documento médico apontou que a garota de 11 anos foi violentada sexualmente com um objeto antes de ser morta

atualizado

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Arquivo Pessoal
Menina Luna, assassinada pela própria mãe, em Santa Catarina
1 de 1 Menina Luna, assassinada pela própria mãe, em Santa Catarina - Foto: Arquivo Pessoal

Estarrecedor. Essa é a palavra usada pelo promotor de Justiça Alexandre Daura Serratine ao descrever o laudo cadavérico de Luna Gonçalves, de 11 anos. A menina foi assassinada em Timbó (SC), no Médio Vale do Itajaí, em abril, e as novas informações do caso surpreendem até mesmo as autoridades.

De acordo com o integrante do Ministério Público, a garota foi brutalmente espancada várias vezes antes de morrer e também sofreu violência sexual com o uso de um objeto.

Com 27 anos de carreira, o promotor se mostra perplexo com a crueldade empregada contra a pequena dentro da casa onde vivia.

Saiba mais no portal NSC Total, parceiro do Metrópoles.

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