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Brasil

Caso Henry: Monique e Jairinho serão ouvidos em julgamento no dia 9/2

Justiça do Rio divulgou a data do interrogatório da mãe e do ex-padrasto de Henry Borel, de 4 anos. Ex-casal é acusado da morte do menino

02/02/2022 15:30, atualizado 02/02/2022 15:44
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Aline Massuca/Metrópoles
Monique e Jairinho

Rio Janeiro – Acusados pela morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, o ex-casal Monique Medeiros e Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, serão interrogados pela no dia 9 de fevereiro no julgamento do caso, no Rio de Janeiro.

A data foi confirmada pela juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da Capital, que julga o crime. A professora e mãe de Henry e seu ex-namorado são réus pela morte da criança, que aconteceu no dia 8 de março de 2021.

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O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão
A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento
Leniel Borel, pai do menino Henry morto em 8 de março. A ex-esposa dele, Monique, e o ex-namorado dela, o vereador Jairinho, são acusados pela morte
Em audiência, o pai falou sobre os medos relatados por Henry
Polícia do Rio investiga a morte de Henry Borel
O casal durante audiência
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O casal durante audiência

Aline Massuca/Metrópoles
O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão
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O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão

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A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento
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A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento

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Leniel Borel, pai do menino Henry morto em 8 de março. A ex-esposa dele, Monique, e o ex-namorado dela, o vereador Jairinho, são acusados pela morte
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Leniel Borel, pai do menino Henry morto em 8 de março. A ex-esposa dele, Monique, e o ex-namorado dela, o vereador Jairinho, são acusados pela morte

Foto: Aline Massuca/Metrópoles
Em audiência, o pai falou sobre os medos relatados por Henry
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Em audiência, o pai falou sobre os medos relatados por Henry

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Polícia do Rio investiga a morte de Henry Borel
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Polícia do Rio investiga a morte de Henry Borel

Reprodução redes sociais
Jairinho anexou foto ao lado de Carlo Caiado e Carlos Bolsonaro em defesa enviada à Comissão de Ética da Câmara
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Jairinho anexou foto ao lado de Carlo Caiado e Carlos Bolsonaro em defesa enviada à Comissão de Ética da Câmara

Thayna de Oliveira Ferreira, babá de Henry Borel Medeiros
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Thayna de Oliveira Ferreira, babá de Henry Borel Medeiros

Divulgação Polícia Civil do Rio de Janeiro
Leniel Borel, pai, e o filho, Henry, pintados em quadro após morte do menino
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Leniel Borel, pai, e o filho, Henry, pintados em quadro após morte do menino

Jairinho e Monique Medeiros, acusados da morte do menino Henry Borel, reencontram-se pela primeira vez após prisão no RJ
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Jairinho e Monique Medeiros, acusados da morte do menino Henry Borel, reencontram-se pela primeira vez após prisão no RJ

Reprodução/Seap

De acordo com a denúncia, Henry Borel foi vítima de torturas realizadas por Dr. Jairinho, no apartamento em que residia com o casal, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.

A audiência de instrução e julgamento começou no dia 6 de outubro do ano passado. Na data, 10 testemunhas de acusação foram ouvidas, entre elas o pai do menino, o engenheiro Leniel Borel, que foi casado com Monique.

Na segunda audiência, em 14 de dezembro, foi ouvida a última testemunha de acusação e, em seguida, as testemunhas de defesa do Dr. Jairinho. No dia seguinte, 15/12, prestaram depoimento as testemunhas arroladas pela defesa de Monique Medeiros.

Advogado do goleiro Bruno

Jairinho trocou de advogados no processo em que é réu acusado de torturar e matar Henry Borel. Agora, assumem sua defesa Lúcio Adolfo da Silva e Telmo Bernardo Batista.

Os dois novos procuradores têm um currículo de clientes “famosos”. Lúcio Adolfo era advogado do goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e três meses por matar Eliza Samudio.

Após o depoimento do ex-casal, o próximo passo do processo serão apresentadas as alegações finais da acusação e da defesa. A fase seguinte será o julgamento pelo júri popular. Caso a juíza entenda que não houve intenção de matar, o caso será redistribuído.

Jairinho e Monique estão presos desde 8 de abril, um mês após a morte do menino. Eles foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por homicídio qualificado (por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima e impingiu intenso sofrimento, além de ter sido praticado contra menor de 14 anos), tortura, coação de testemunha, fraude processual e falsidade ideológica.

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