Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Caso Henry: Jairinho e Monique serão ouvidos nesta quarta-feira (9/2)

Ex-casal é acusado da morte do menino. Garoto morreu em março/21 e, segundo denúncia, foi torturado por Dr. Jairinho

09/02/2022 06:57, atualizado 09/02/2022 07:16
Aline Massuca/Metrópoles
Monique e Jairinho

Rio Janeiro – Acusados pela morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, o ex-casal Monique Medeiros e Jairo Souza dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, será interrogado nesta quarta-feira (9/2), no Rio de Janeiro.

O interrogatório ocorrerá a partir das 9h30, no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e será feito pela juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da Capital, que julga o crime. A professora e mãe de Henry e seu ex-namorado são réus pela morte da criança, que aconteceu no dia 8 de março de 2021.

Acompanhe o julgamento:

De acordo com a denúncia, Henry Borel foi vítima de torturas realizadas por Dr. Jairinho, no apartamento em que residia com o casal, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Histórico

A audiência de instrução e julgamento começou no dia 6 de outubro do ano passado. Na data, 10 testemunhas de acusação foram ouvidas, entre elas o pai do menino, o engenheiro Leniel Borel, que foi casado com Monique.

Na segunda audiência, em 14 de dezembro, foi ouvida a última testemunha de acusação e, em seguida, as testemunhas de defesa do Dr. Jairinho. No dia seguinte, 15/12, prestaram depoimento as testemunhas arroladas pela defesa de Monique Medeiros.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Advogado do goleiro Bruno

Jairinho trocou de advogados no processo em que é réu acusado de torturar e matar Henry Borel. Agora, assumem sua defesa Lúcio Adolfo da Silva e Telmo Bernardo Batista.

Os dois novos procuradores têm um currículo de clientes “famosos”. Lúcio Adolfo era advogado do goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e três meses por matar Eliza Samudio.

Caso Henry: Jairinho e Monique serão ouvidos nesta quarta-feira (9/2) - destaque galeria
8 imagens
Jairinho esteve pela primeira vez no Tribunal do RJ para o julgamento do caso Henry
A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento
Jarinho conversa com o seu advogado no plenário
O ex-vereador Dr. Jairinho e a professora Monique Medeiros ficaram frente a frente pela primeira vez após a prisão
O casal durante audiência
O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão
1 de 8

O ex-vereador conseguiu uma autorização em outubro para ver o primeiro dia de audiência na prisão

Aline Massuca/Metrópoles
Jairinho esteve pela primeira vez no Tribunal do RJ para o julgamento do caso Henry
2 de 8

Jairinho esteve pela primeira vez no Tribunal do RJ para o julgamento do caso Henry

Aline Massuca/Metrópoles
A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento
3 de 8

A mãe de Henry já havia participado do primeiro julgamento

Aline Massuca/Metrópoles
Jarinho conversa com o seu advogado no plenário
4 de 8

Jarinho conversa com o seu advogado no plenário

Aline Massuca/Metrópoles
O ex-vereador Dr. Jairinho e a professora Monique Medeiros ficaram frente a frente pela primeira vez após a prisão
5 de 8

O ex-vereador Dr. Jairinho e a professora Monique Medeiros ficaram frente a frente pela primeira vez após a prisão

Aline Massuca/Metrópoles
O casal durante audiência
6 de 8

O casal durante audiência

Aline Massuca/Metrópoles
Thayna de Oliveira Ferreira, babá de Henry Borel Medeiros
7 de 8

Thayna de Oliveira Ferreira, babá de Henry Borel Medeiros

Divulgação Polícia Civil do Rio de Janeiro
A babá Thayna Ferreira com o menino Henry nos braços
8 de 8

A babá Thayna Ferreira com o menino Henry nos braços

Reprodução

Após o depoimento do ex-casal, o próximo passo do processo serão apresentadas as alegações finais da acusação e da defesa. A fase seguinte será o julgamento pelo júri popular. Caso a juíza entenda que não houve intenção de matar, o caso será redistribuído.

Relembre

Jairinho e Monique estão presos desde 8 de abril, um mês após a morte do menino. Eles foram denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por homicídio qualificado (por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima e impingiu intenso sofrimento, além de ter sido praticado contra menor de 14 anos), tortura, coação de testemunha, fraude processual e falsidade ideológica.