Caso Boate Kiss chega ao sétimo dia de audiências. Acompanhe

Entre as pessoas que estão sendo ouvidas se encontra Nivia da Silva, arquiteta que foi consultada para reformas estéticas na boate

atualizado 07/12/2021 17:06

Boate KissWIKIPEDIA COMMOS/DIVULGAÇÃO

O julgamento do caso da Boate Kiss começou o sétimo dia de depoimentos às 9h nesta terça-feira (7/12), no Foro Central I, em Porto Alegre. Como determinado pelo Juiz Orlando Faccini Neto, três pessoas serão ouvidas, entre elas estão Venâncio da Silva Anschau, testemunha da defesa de Marcelo de Jesus, Nivia da Silva Braido, arquiteta indicada pelo Ministério Público, e Gerson da Rosa Pereira, arrolado pela defesa de Elissandro Spohr.

Gerson da Rosa Pereira, defendido pelo advogado conhecido como Kiko, era chefe do 4º Comando Regional dos Bombeiros de Santa Maria. Ele foi condenado, em 2015, a seis meses de detenção por fraude processual, mas teve sua pena convertida em prestação de serviços comunitários e recorreu em liberdade da decisão.

Confira o julgamento ao vivo:

A testemunha de Marcelo, Venâncio, foi operador de áudio da banda Gurizada Fandangueira, que se apresentava no momento do incêndio. Ele deve endossar o depoimento de Márcio, irmão de Marcelo e  ex-percussionista, que deu seu depoimento na segunda-feira (06/12).

Por fim, Nivia da Silva Braido foi ouvida no decorrer do caso, pois foi consultada de forma informal por Spohr para fazer reformas estéticas na boate em 2012, como alterações na cor e no formato do gesso. Porém, a arquiteta acabou não sendo contratada para fazer as reformas e disse que não havia supervisor técnico para as mudanças.

De acordo com a denúncia do Ministério Público nos dias seguintes à tragédia, Gerson e o sargento Renan Severo Berleze colocaram, no arquivo da casa noturna no Corpo de Bombeiros, documentos que não se enquadravam no plano de prevenção contra incêndio da boate.

A defesa de Mauro Hoffmann desistiu da testemunha Sandro Cidade, reduzindo para um total de 28 oitivas.

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