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Brasil

Casal é suspeito de afogar funcionária para ganhar R$ 260 mil

A menina, de 20 anos, estava grávida do principal suspeito

19/08/2018 12:37, atualizado 19/08/2018 13:13
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Reprodução/Arquivo Pessoal
Casal é suspeito de afogar funcionária para ganhar R$ 260 mil

Um casal foi preso nesta sexta-feira (17/8) suspeito de matar Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos. O crime, que aconteceu em julho em Mongaguá, no litoral de São Paulo, chocou a cidade.

A princípio, a polícia trabalhava com hipótese de afogamento no mar. No entanto, descobriu-se que a morte da Atyla, funcionária dos suspeitos, se tratava de um crime. Para a polícia, os dois queriam o seguro de vida dela, feita por eles.

A jovem teria sido propositalmente morta no mar, pelo patrão, em meio a um denso nevoeiro. O plano dos suspeitos — que se identificavam como padrinhos da vítima — era ficar com o valor da indenização, estimada em R$ 260 mil, paga em caso de acidentes.

Os investigadores descobriram que a jovem, nascida em Montes Claros de Goiás, decidiu viver com os supostos padrinhos — uma mulher de 41 anos e um homem de 47 — em busca de novas oportunidades. A “madrinha” era a única beneficiária de um seguro.

Gravidez
Segundo laudo emitido pelo Instituto Médico Legal, Atyla estava grávida de, aproximadamente, três meses quando foi assassinada. Durante depoimento, o homem preso afirmou que teve várias relações sexuais com a garota e admitiu ser o pai do bebê.

De acordo com a polícia, ele alegou que a esposa não poderia ter filhos e que Atyla foi convidada para trabalhar com eles, aceitando engravidar para dar a criança ao casal como uma forma de agradecimento pela oportunidade.

Com informações do G1

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