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Brasil

Câmara do Rio exonera 20 assessores do gabinete de Dr. Jairinho

Prazo da prisão temporária que o vereador e a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros, termina às 23h59 desta sexta (7/5)

07/05/2021 10:53, atualizado 07/05/2021 10:54
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Reprodução
Câmara do Rio exonera 20 assessores do gabinete de Dr. Jairinho

Rio de Janeiro – Seguindo o rito previsto no regimento interno da casa, o Diário da Câmara Municipal (DCM) desta sexta-feira (7/5) publicou a exoneração de 20 funcionários lotados no gabinete do vereador e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, a contar deste sábado, 8 de maio.

A publicação no DCM segue o estabelecido no Artigo 14 do Regimento Interno da Casa, que determina a suspensão de todos os direitos referentes ao gabinete do vereador a partir do 31º dia de prisão.

Vale lembrar que Jairinho teve o salário suspenso desde a data da prisão, e responde a processo disciplinar junto ao Conselho de Ética da Casa.

O parlamentar e a professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, estão presos desde o dia 8 de abril acusados homicídio triplamente qualificado e tortura. Monique está denunciada ainda por falsidade ideológica, uma vez que mentiu e, assim, manipulou documentação médica nos episódios em que levou o filho ao hospital após agressões.

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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso por suspeita de participação na morte do garoto
Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril
Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril
Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril
A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
Monique Medeiros
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Monique Medeiros

Tânia Rêgo/Agência Brasil
Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso por suspeita de participação na morte do garoto
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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso por suspeita de participação na morte do garoto

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Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril
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Jairinho e Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel Medeiros, ao serem presos no dia 8 de abril

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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril
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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril

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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril
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Jairinho, padrasto de Henry Borel Medeiros, ao ser preso no dia 8 de abril

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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte

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Dr. Jairinho é acusado pela morte do enteado, Henry
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Dr. Jairinho é acusado pela morte do enteado, Henry

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Jairinho é conduzido por policiais
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Jairinho é conduzido por policiais

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Monique, mãe de Henry, segue para IML do Rio
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Monique, mãe de Henry, segue para IML do Rio

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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP
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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP

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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP
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André França, advogado do vereador Jairinho, suspeito da morte do menino Henry, chega à 16ª DP

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Dr. Jairinho foi eleito vereador no Rio
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Dr. Jairinho foi eleito vereador no Rio

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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte
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A mãe do menino, Monique Medeiros, foi presa, também sob suspeita de participar da morte

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Dr. Jairinho, padrasto do garoto
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Dr. Jairinho, padrasto do garoto

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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel
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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel

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A denúncia é do promotor Marcos Kac, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), que pede ainda a conversão da prisão temporária do casal em prisão preventiva. O prazo na detenção temporária termina às 23h59 desta sexta-feira (7/5). Questionado pelo Metrópoles, o Tribunal de Justiça do Rio não informou ainda se há decisão sobre o pedido do MPRJ.

Entenda o caso

O menino Henry Borel morreu em 8 de março deste ano, no apartamento onde vivia com a mãe e o padrasto, num condomínio na Barra da Tijuca (RJ).

O laudo cadavérico apontou que o garotinho não havia sofrido acidente doméstico, como sustentavam Jairinho e Monique: a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática decorrente de ação contundente.

O casal está preso. Na última sexta-feira (30/4), a 16ª DP (Barra da Tijuca) concluiu o inquérito sobre a morte de Henry e indiciou Jairinho e Monique por tortura e homicídio.

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