Cães farejadores não encontram vítimas em escombros de prédio em SP
Até o momento, os bombeiros estão considerando a existência de quatro pessoas sob o entulho: dois adultos e duas crianças

Os cães farejadores utilizados pelas equipes do Corpo de Bombeiros nas buscas por sobreviventes sob os escombros do prédio que desabou após incêndio na madrugada dessa terça (1º/5), no centro de São Paulo, não detectaram ainda qualquer sinal de pessoas. Segundo os bombeiros, a reação dos cachorros indica que as procuras precisarão ser aprofundadas com o uso de máquinas pesadas.
“Dois cães estão atuando no momento. Eles não indicaram nenhum indício de que havia alguma pessoa. Isso aponta que a gente precisa avançar na escavação. Se o cão não solicitou o seu condutor para nenhum tipo de indício, isso quer dizer que a gente vai ter de escavar um pouco mais. E essa escavação vai demandar as retroescavadeiras”, disse o capitão da corporação Marcos Palumbo.

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Ver todasSegundo Palumbo, há maior probabilidade de localização das vítimas nos andares mais baixos e também nos subsolos que eram usados como moradia. “No subsolo há vigas, pilares com maior capacidade de sobrecarga. Quem sabe, se a gente conseguir chegar às partes inferiores, onde também havia a maioria das pessoas, possamos começar a encontrar alguma vítima”, comentou o militar.
No momento, duas retroescavadeiras trabalham nas beiradas dos escombros, na tentativa de liberar o acesso a uma caixa de energia elétrica da rua, por onde passam cabos com 21 mil volts. Caso o acesso não seja obtido, a energia de todas as ruas do entorno do edifício terá de ser desligada para a continuidade do trabalho de resgate.



