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Brasil

Brasileiro do EI planejou ataque contra delegação olímpica, diz jornal

Não há detalhes sobre a identidade do brasileiro e não se sabe a sua localização. Porém, acredita-se que ele não está no Brasil e que atualmente encontra-se detido pela polícia

13/07/2016 10:06, atualizado 13/07/2016 15:27
Reprodução
Brasileiro do EI planejou ataque contra delegação olímpica, diz jornal

Um relatório feito por oficiais de inteligência do governo francês afirma que um brasileiro do grupo extremista Estado Islâmico (EI) planejou um atentado contra a delegação olímpica da França. A declaração foi feita em 26 de maio aos deputados, mas veio a público na terça-feira (13/7) com a publicação de um relatório no site do Legislativo.

Em seu depoimento, o general revelou por acidente que documentos de inteligência militar da França indicavam a organização de um atentado no Rio de Janeiro pelo Estado Islâmico.

“A ameaça terrorista durante os Jogos Olímpicos do Rio é real”, afirmou o chefe da Direção de Informação Militar (DRM), um dos serviços secretos da França, o general Christophe Gomart, à Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou os atentados de 13 de novembro em Paris e Saint-Denis. Segundo as informações, o ataque seria cometido por um brasileiro em nome do grupo jihadista Estado Islâmico e teria como alvo a delegação francesa.

O trecho relativo à capital carioca é um vazamento de informação e, a pedido do próprio general, a transcrição do texto foi retirada das notas públicas da CPI francesa.

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Não há detalhes sobre a identidade do brasileiro e não se sabe a sua localização. Porém, acredita-se que ele não está no Brasil e que atualmente encontra-se detido pela polícia.

Há riscos de que um ataque do EI ocorra durante os jogos olímpicos deste ano, que vão ocorrer no Rio de Janeiro. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) elevou em abril o risco de ataque durante o evento esportivo, alegando que tem aumentado o número de cidadãos do país que se aliam ao grupo extremista.

O ministro da Defesa do governo interino, Raul Jungmann, também admitiu que o EI é uma preocupação. Com informações da Agência Estado e da Folha de S. Paulo