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Brasil

Brasil representará Américas em órgão da OMS sobre pandemias

O grupo foi criado para elaborar e negociar instrumento internacional sobre prevenção, prontidão e resposta a pandemias

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Igo Estrela/Metrópoles
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anuncia durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira 5:01, a inclusão de crianças de 5 a 11 anos contra covid 19 9

O Brasil representará as Américas no órgão que coordenará os trabalhos do Grupo de Negociação Intergovernamental (INB, na sigla em inglês), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O grupo foi criado para elaborar e negociar instrumento internacional sobre prevenção, prontidão e resposta a pandemias.

Além do Brasil, África do Sul, Egito, Japão, Países Baixos e Tailândia representam as demais regiões no órgão, que iniciará as atividades até 1º de março.

Nesta segunda-feira (7/2), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comemorou a escolha e mandou um recado aos críticos da gestão do governo durante a pandemia.

“Temos observado, da parte de alguns, críticas de que o governo tem atrasado a vacina de criança, que é contra a vacina. Algo absolutamente sem conexão com a realidade né? E tanto as ações do Ministério da Saúde sob a liderança do presidente Jair Bolsonaro tem feito que elas são corretas e próprias é que as Américas escolheram por unanimidade o Brasil pra representá-las no organismo internacional negociador que vai elaborar um novo tratado da pandemia”, ironizou.

No âmbito das discussões em curso na OMS, o governo brasileiro tem reafirmado a importância do fortalecimento e aprimoramento do Regulamento Sanitário Internacional (RSI).

Na prática, o instrumento internacional tem o objetivo de ajudar a comunidade internacional a prevenir e responder a graves riscos de saúde pública com potencial de atravessar fronteiras e ameaçar pessoas em todo o mundo.

No INB, o Brasil também defenderá que a prevenção, prontidão e resposta adequadas a futuras pandemias dependerão do fortalecimento dos sistemas nacionais de saúde. A intenção é fazer dessas redes mais inclusivas e com acesso universal a serviços, tratamentos e tecnologias de saúde.

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