Brasil enfrenta uma onda severa de baixa umidade nesta terça (30/9)
Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alertas de perigo e perigo potencial para dezenas de estados. Baixa umidade traz impactos à saúde
atualizado
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de perigo e perigo potencial de baixa umidade para dezenas de estados, além do Distrito Federal, nesta terça-feira (30/9). Setembro é o período mais seco do ano em várias regiões do Brasil, e o alerta exige cuidados redobrados com a saúde.
Em algumas regiões, a umidade relativa do ar deve cair para 12%, índice semelhante aos registrados em regiões desérticas.
A situação mais crítica é a de Goiás, onde praticamente todo o território está sob risco, e em Minas Gerais, que também aparece com quase todas as suas regiões listadas pelo Inmet como alerta vermelho. O Distrito Federal inteiro está no alerta.
Em Mato Grosso, a maior parte do estado também pode registrar índices mínimos. Já em São Paulo, o aviso cobre praticamente todo o interior, incluindo regiões como Campinas, Ribeirão Preto, Bauru e São José do Rio Preto.
Além desses, grandes áreas da Bahia, do Maranhão, do Piauí e do Tocantins estão sob risco de baixa umidade, variando entre os níveis de perigo e perigo potencial, sobretudo nas faixas sul e centro-oeste desses estados.
Segundo o Instituto, a onda de baixa umidade ocorre por uma combinação de fatores típicos do período seco somado à estiagem, entre eles a predominância de altas pressões atmosféricas sobre o Centro-Oeste e Sudeste – o que inibe a formação de nuvens e chuvas – e a ausência de frentes frias que normalmente aumentam a umidade.
A baixa umidade aumenta o risco de incêndios florestais e traz impactos diretos à saúde como ressecamento da pele, irritação nos olhos, boca e nariz, além de maior vulnerabilidade a doenças respiratórias.
Recomendações médicas:
- Beber bastante líquido ao longo do dia.
- Evitar atividades físicas nas horas mais secas.
- Não se expor ao sol nos horários mais quentes.
- Usar hidratantes e umidificadores em ambientes fechados.
- Procurar informações junto à Defesa Civil (199) e Corpo de Bombeiros (193).
