Bolsonaro receberá visita de ministro do TCU e líder da oposição

Autorização foi dada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Além deles, o relator da CPMI do INSS e um bispo também vão encontrá-lo

atualizado

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Bolsonaro na saída do hospital DF Star no domingo (14/9)
1 de 1 Bolsonaro na saída do hospital DF Star no domingo (14/9) - Foto: <p>HUGO BARRETO/METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou uma série de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar desde 4 de agosto. Os encontros presenciais na casa de Bolsonaro foram pedidos pelos advogados e ocorrerão de 28 a 31 de outubro. Entre os autorizados estão: 

  • O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jorge Antônio de Oliveira, no dia 28 de outubro, das 9h às 18h;
  • o deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça Neto (União), dia 29 de outubro, das 9h às 18h;
  • o fundador d Sara Nossa Terra, Bispo Rodovalho, dia 30 de outubro, das 9h às 18h e;
  • o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), dia 31 de outubro, das 9h às 18h.

Valdemar da Costa Neto, presidente do PL também havia pedido para se encontrar com Bolsonaro, mas Moraes negou a solicitação. A decisão foi tomada após o STF determinar a reabertura da investigação contra Valdemar, que passou a ser alvo de apurações pelos crimes de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Moraes ressaltou que, na decisão em que determinou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, em 4 de agosto, foram impostas medidas cautelares, como a proibição de manter contato com embaixadores ou outras autoridades estrangeiras, além de réus e investigados.

Com isso, Valdemar passa a integrar o rol de pessoas com quem o ex-presidente está impedido de se comunicar.

Valdemar havia escapado da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, mas foi indiciado pela Polícia Federal (PF) no inquérito que apura a tentativa de golpe de Estado.

Com a decisão, ele passa a ser investigado pelos crimes de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

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