Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Bolsonaro diz que críticos querem vê-lo "esquecido" e promete "expurgar" adversários

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falou por chamada de vídeo em evento promovido por movimento conservador em Mato Grosso

21/04/2023 23:20, atualizado 21/04/2023 23:21
Fabio Vieira/Metrópoles
Presidente Bolsonaro em inauguração do Reservatório do Ipiranga, em São Paulo. Ele sorri em meio a uma multidão com celulares - Metrópoles

Em evento do Movimento Conservador na cidade de Lucas do Rio Verde, no interior do Mato Grosso, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou nesta sexta-feira (21/4) que os adversários políticos desejam ver seu governo “esquecido”, mas que isso não acontecerá porque essas pessoas sofrerão um “expurgo”. A declaração ocorreu durante participação de Bolsonaro por videochamada.

“É muito importante a gente não deixar o que foi plantado nos últimos quatro anos ser esquecido. Parabéns ao Cattani [deputado estadual pelo PL-MT], a Amália [deputada federal pelo PL], a vocês que votaram neles. Um país rico. Tentam que eu seja esquecido por parte da política brasileira. Temos muita esperança que o Brasil brevemente voltará ao seu eixo normal com o expurgo daquelas pessoas que nunca nada fizeram pela nossa pátria”, declarou o ex-presidente.

Veja:

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

O ex-mandatário retornou ao Brasil em março, após passar três meses nos EUA. Bolsonaro saiu do Brasil em 30 de dezembro do ano passado, às vésperas da cerimônia de posse de Lula – sem, portanto, passar a faixa presidencial para o sucessor. Ele chegou aos EUA na noite daquela data. Dias antes, havia anunciado que viajaria para Orlando e lá passaria por um “período sabático”, com o fim do mandato.

O ex-chefe do Executivo retornou ao país com um cenário judicial complexo a encarar. É investigado pelo caso das joias sauditas, por suposta incitação aos atos golpistas de 8 de janeiro e alvo de 16 ações que podem torná-lo inelegível no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).