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Brasil

Bolsonaro: "A direita ainda tem muito o que contribuir com o Brasil"

Durante a filiação do deputado federal Zucco ao PL, nesta terça, o ex-presidente foi ovacionado ao som de "volta, Bolsonaro"

12/12/2023 13:24, atualizado 12/12/2023 14:03
Reprodução
Imagem colorida de Jair Bolsonaro durante filiação do deputado federal Zucco - Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a direita ainda tem muito o que contribuir com o Brasil. A declaração ocorreu nesta terça-feira (12/12), durante a cerimônia de filiação do deputado federal Luciano Lorenzini Zucco ao Partido Liberal.

Ele disse que conversou com o líder argentino, Javier Milei, sobre o avanço da direita na Argentina, na América do Sul e ao redor do mundo. Para o ex-mandatário, a vitória do ultraliberal é um “sinal” de que políticos de direita ainda têm muito para oferecer.

“Falei com o Milei que, mais do que a direita na Argentina, é a direita na América do Sul e no mundo. É sinal de que temos muito ainda do que dar e oferecer para a nossa população”, declarou.

Confira o discurso do ex-presidente:

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Bolsonaro é ovacionado

Antes de discursar, o ex-presidente foi ovacionado ao som de “volta, Bolsonaro”. Ele também chegou a criticar o resultado do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável por condená-lo a oito anos de inelegibilidade.

“Confesso a vocês: se não fosse o julgamento ‘politiquinho’ e que me reunisse com embaixadores…. Nunca me reuni com traficante no morro do Alemão”, insinuou o ex-presidente, em referência a quando o então candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitou o Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Na ocasião, bolsonaristas acusaram o petista de se reunir com traficantes, o que, posteriormente, foi negado.

Além disso, o ex-presidente “cutucou” o ministro Flávio Dino a respeito da ocasião em que Luciene Barbosa, esposa de um dos principais líderes do Comando Vermelho (CV) no Amazonas, esteve presente em reuniões do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC).

“Não recebi a dama do tráfico no ministério”, falou o ex-mandatário.