Bia Kicis e Sâmia Bonfim batem boca na Câmara: “Sua imunda”. Vídeo

Deputada do PL reagiu a uma fala da colega do PSol sobre a ex-primeira-dama Michelle e prisão de Jair Bolsonaro

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Montagem com fotos coloridas das deputadas Bia Kicis (PL) e Sâmia Bonfim (Psol) - Metrópoles
1 de 1 Montagem com fotos coloridas das deputadas Bia Kicis (PL) e Sâmia Bonfim (Psol) - Metrópoles - Foto: Reprodução

As deputadas federais Bia Kicis (PL-DF) e Sâmia Bomfim (PSol-SP) protagonizaram um bate-boca ao fim da votação da PEC da Blindagem, na noite de terça-feira (16/7).

Kicis reagiu a falas da colega deputada sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) e sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Veja:

“É impressionante como essa turma do Bolsonaro está há meses trabalhando para salvar bandido e criminoso. Querem aprovar anistia para os criminosos golpistas e hoje entregam para a sociedade a PEC da Blindagem”, disparou Sâmia Bomfim.

A deputada do PSol continuou: “E fazem isso com o sorriso no rosto. Mas eu quero ver o sorrisinho no rosto de vocês quando Bolsonaro começar a cumprir pena. Um vi sorrir para entregar uma marmita, o outro vai sorrir para levar cigarro, o outro vai sorrir para levar roupa limpa […] não sei se a Michelle vai sorrir na hora de fazer visita íntima”, continuou a deputada.

Bia Kicis então tomou a palavra e reagiu, afirmando que Sâmia deveria lavar “essa boca suja dela”.

“Esse povo não tem coração, não tem humanidade. O presidente Bolsonaro acaba de ir novamente ao hospital, ficou internado hoje. Ficou sem ar, sem respiração”, iniciou Bia. “Nenhuma pessoa normal consegue resistir emocionalmente a tanta perseguição, a tanta nojeira. Vai lavar sua boca, sua imunda!”, seguiu a depitada do PL.

A deputada do PSol rebateu novamente: “Imunda é não dar vacina para o povo brasileiro durante a pandemia da covid-19. Imunda é ir para os Estados Unidos armar e sancionar contra o povo brasileiro, contra a nossa própria economia. Imundice é planejar e aprovar a PEC da blindagem que dá um salvo-conduto para cometimento de crimes”, disse.

Ao concluir sua fala, Sâmia ironizou a situação de Bolsonaro: “São 27 anos e 3 meses de prisão para aquele bandido. É muito pouco perto de tudo de ruim que ele fez para o povo brasileiro. E a cela que ele vai estar vai ser muito imunda”.

Nas redes sociais, Bia escreveu sobre o ocorrido. “Agrediu Michelle Bolsonaro e tomou o troco! Vá lavar sua boca imunda!”. Já Sâmia afirmou que “ontem, durante a votação da PEC da Bandidagem os bolsonaristas perderam as estribeiras”. “Fix questão de listar algumas das imundices promovidas por eles contra o povo brasileiro.”

PEC da Blindagem

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16/9) a Proposta de Emenda à Constituição n° 3/2021, conhecida como PEC da Blindagem. O texto prevê que qualquer investigação ou prisão de parlamentares só poderá ocorrer com autorização do Congresso.

Nesta quarta-feira (17/9), os deputados analisarão dois destaques, que são sugestões ao texto avaliadas separadamente. Em seguida, a proposta seguirá para o Senado.

O projeto foi aprovado no primeiro turno por 353 votos a favor, 134 contra e uma abstenção. No segundo turno, o placar foi de 344 votos a 133. A proposta também determina que presidentes nacionais de partidos com representação no Parlamento sejam julgados diretamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O Congresso terá até 90 dias para analisar cada pedido da Justiça. Para autorizar a medida, é necessária maioria simples: ao menos 257 dos 513 deputados na Câmara e 41 dos 81 senadores no Senado.

A única exceção é quando o crime for inafiançável ou cometido em flagrante, casos em que a investigação pode começar imediatamente. No caso de crime inafiançável, o texto diz que os autos serão remetidos, dentro de 24 horas, à Casa respectiva, para que, por meio de voto secreto da maioria dos parlamentares, resolva se autoriza ou não a prisão.

O trecho que previa votação secreta no plenário para deliberações sobre abertura de processos contra deputados e senadores chegou a ser derrubado pela Câmara durante votação de madrugada. Entretanto, lideranças do Centrão tentam retomar a cláusula.

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