Barrada por Moraes de reunião, presidente de ONG pede reconsideração. Vídeo

Presidente de ONG Instituto Anjos da Liberdade, Paula Fróes não conseguiu entrar no STF para reunião da ADPF das Favelas

atualizado

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1 de 1 Reprodução de imagem do ministro Alexandre de Moraes - Metrópoles - Foto: Reprodução/TV Justiça

O Instituto Anjos da Liberdade entrou com um pedido de reconsideração para participar de audiência com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (5/11), acerca da megaoperação da polícia nos complexos da Penha e do Alemão.

Veja:

Nesta terça, após publicação na coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, de que havia uma possível participação da ONG Anjos da Liberdade, presidida pela advogada Flávia Fróes, que atuaria na defesa do traficante Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, Moraes barrou a entrada da instituição.

Flávia Fróes afirmou que advogou para o traficante e líder do Comando Vermelho até 2021. Em entrevista à coluna de Andreza Matais na última semana, porém, ela afirmou que não advoga mais para membros do CV e que agora “só fazia a defesa do Marcinho VP”.

Em sua decisão, Moraes determinou que representantes de pessoas ou instituições condenadas criminalmente por participação em organização criminosa não participarão de audiências convocadas pelo Supremo.

Flávia Fróes, no entanto, recorreu ao afirmar que não faz mais a defesa de Marcinho VP há 2 anos. A presidente da instituição chegou ao STF por volta de 9h30 e até as 11h30 aguardava do lado de fora da Primeira Turma por uma decisão do ministro.

Na reconsideração, Flávia Fróes diz que a Anjos da Liberdade é amicus curiae na ADPF das Favelas desde 2019 e não tem porque não participar.

No caso de não ser autorizada, Fróes indicou um integrante da entidade, Marcio Ruzon, que também está no STF.

A reunião

Moraes participa de audiência conjunta nesta quarta-feira (5/11) para tratar de megaoperação realizada nas comunidades da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos.

O encontro com entidades que já atuam como amicus curiae na chamada “ADPF das Favelas” começou às 10h, na sala da Primeira Turma do STF. O grupo pede transparência nas ações da polícia do RJ na operação.

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