Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Alvo da PF, desembargador de SC nega ter mantido empregada como escrava: "Ato de amor"

Jorge Luiz de Borba afirmou, em nota à imprensa, ter acolhido a mulher, que tem deficiência auditiva, "como uma familiar" há mais de 30 anos

07/06/2023 06:33, atualizado 07/06/2023 06:35
Glaicon Covre / Reprodução
Imagem mostra desembargador que foi alvo de operação para apurar se trabalhadora estava em situação de escravidão - Metrópoles

O desembargador catarinense Jorge Luiz de Borba (foto em destaque), alvo de busca e apreensão em operação da Polícia Federal nessa terça-feira (6/6), comunicou, em nota à imprensa, que a suspeita de que ele tenha submetido uma mulher a trabalho análogo à escravidão por ao menos 20 anos se trata, na verdade, de “um ato de amor”. Ele ainda negou que tenha cometido crimes no caso e manifestou inconformismo.

Jorge Luiz de Borba afirmou ter acolhido a mulher “como uma familiar” há mais de 30 anos. O magistrado disse ainda que a vítima recebeu, ao longo desse período, o mesmo tratamento dado aos seus filhos.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Nessa terça, uma operação da PF com participação também do Ministério Público Federal (MPF) e de agentes do Ministério do Trabalho terminou com o resgate de uma trabalhadora com deficiência auditiva que era mantida pelo desembargador e a esposa, segundo a investigação, sob “trabalho forçado, jornadas exaustivas e condições degradantes”, sem remuneração.

Leia reportagem completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Alvo da PF, desembargador de SC nega ter mantido empregada como escrava: "Ato de amor"