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Brasil

Alvo da PF, deputado Jordy diz que operação foi "covarde". Veja vídeo

Alvo de operação da Polícia Federal (PF), Jordy se pronunciou nas redes sociais, nesta sexta-feira (19/12)

19/12/2025 08:15, atualizado 19/12/2025 08:57
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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Deputado federal Carlos Jordy PL-RJ fala na tribuna do Plenário da Câmara - Metrópoles

O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) se pronunciou, nesta sexta-feira (19/12), sobre a Operação Galho Fraco, que tem como objetivo aprofundar as investigações sobre o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. Veja vídeo:

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que foi alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela PF nas primeiras horas da manhã, na data em que, segundo ele, a filha faz aniversário. Jordy classificou a ação como “covarde” e alegou que operações como essa ocorreram em outras datas simbólicas para a família.

Alvo da PF, deputado Jordy diz que operação foi “covarde” - destaque galeria
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Dinheiro apreendido na Operação Galho Fraco
Polícia Federal (PF) deflagou nesta sexta operação Galho Fraco
Operação da PF investiga desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares
Dinheiro apreendido pela Polícia Federal
Dinheiro apreendido pela PF
Deputados foram alvos de operação da PF
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Deputados foram alvos de operação da PF

Reprodução
Dinheiro apreendido na Operação Galho Fraco
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Dinheiro apreendido na Operação Galho Fraco

Divulgação/ Polícia Federal
Polícia Federal (PF) deflagou nesta sexta operação Galho Fraco
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Polícia Federal (PF) deflagou nesta sexta operação Galho Fraco

Divulgação/ Polícia Federal
Operação da PF investiga desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares
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Operação da PF investiga desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares

Divulgação/ Polícia Federal
Dinheiro apreendido pela Polícia Federal
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Dinheiro apreendido pela Polícia Federal

Divulgação/ Polícia Federal
Dinheiro apreendido pela PF
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Dinheiro apreendido pela PF

Divulgação/ Polícia Federal

O deputado também menciona operação realizada em janeiro de 2024, no aniversário de sua mãe, relacionadas às investigações sobre os atos do 8 de Janeiro. “Em 18 de janeiro de 2024, fizeram uma busca e apreensão na minha casa, minha mãe inclusive dormia aqui, era aniversário da minha mãe, alegando que eu teria uma participação com o 8 de Janeiro. Pegaram uma foto forjada, que era uma foto, na verdade, de uma pessoa na posse do Bolsonaro e diziam que era do 8 de Janeiro”, relata.

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Sobre as acusações apuradas nesta sexta-feira (19/12), na Operação Galho Fraco, o parlamentar negou irregularidades e afirmou que utiliza, desde o início do seu primeiro mandato, uma empresa de locação de veículos para atender às demandas do gabinete em Brasília.

“Essa busca e apreensão covarde, alegando que eu teria desviado recursos da cota parlamentar para uma empresa de fachada com aluguel de carros, sendo que é a mesma empresa que eu alugo carros desde o início do meu primeiro mandato. A alegação deles é tosca”, argumenta Carlos Jordy.

Jordy acrescentou que mandados foram cumpridos na residência dos pais. “Dois senhores de idade, dois idosos, mas nós não vamos nos intimidar, eu não vou abaixar minha cabeça para essa covardia. Isso, para mim, vai ser mais um instrumento de ânimo para enfrentar essa tirania, essa ditadura do Judiciário, que persegue seus adversários utilizando o aparato da Justiça”, reclama.

Operação Galho Fraco

Além de Jordy, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) é alvo de busca e apreensão.

A PF cumpriu sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

Os parlamentares do PL tiveram os celulares apreendidos durante a operação. Também foi recolhida grande quantidade de dinheiro em espécie, sendo R$ 430 mil com Sóstenes.