Aluna da UFMG reclama que máscara de professores impede leitura labial

A universitária com deficiência auditiva reclama por não conseguir acompanhar as aulas: “Cadê a acessibilidade?”

atualizado

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1 de 1 Reitoria (1) - Foto: Amanda Dias/Arquivo BHAZ

Um mês após um estudante autista perder sua vaga reservada a PCDs (Pessoas com Deficiência) na UFMG, a Universidade Federal de Minas Gerais voltou ao centro do debate sobre acessibilidade e inclusão. O desabafo de uma aluna chamou atenção nas redes sociais, nessa quarta-feira (4/5).

Uma universitária de 25 anos denuncia ter dificuldade para compreender as aulas, já que possui deficiência auditiva e, com os professores de máscara, não consegue realizar leitura labial e acompanhar os conteúdos. Em nota ao BHAZ, a UFMG disse que realiza criteriosos estudos para atender à demanda da estudante e reconhece que ainda há muito o que se fazer pela inclusão e permanência de pessoas com deficiência no ambiente acadêmico.

Saiba mais no portal BHAZ, parceiro do Metrópoles.

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