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Um mês após um estudante autista perder sua vaga reservada a PCDs (Pessoas com Deficiência) na UFMG, a Universidade Federal de Minas Gerais voltou ao centro do debate sobre acessibilidade e inclusão. O desabafo de uma aluna chamou atenção nas redes sociais, nessa quarta-feira (4/5).
Uma universitária de 25 anos denuncia ter dificuldade para compreender as aulas, já que possui deficiência auditiva e, com os professores de máscara, não consegue realizar leitura labial e acompanhar os conteúdos. Em nota ao BHAZ, a UFMG disse que realiza criteriosos estudos para atender à demanda da estudante e reconhece que ainda há muito o que se fazer pela inclusão e permanência de pessoas com deficiência no ambiente acadêmico.
Saiba mais no portal BHAZ, parceiro do Metrópoles.
