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Alexandre Padilha revela prioridades como ministro da Saúde

Alexandre Padilha retorna ao Ministério da Saúde, pasta que comandou durante o governo de Dilma Rousseff (PT)

atualizado

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Presidente Lula dá posse a Alexandre Padilha, como ministro da Saúde, e a Gleisi Hoffmann, como ministra de Relações Institucionais, em cerimônia no Palácio do Planalto Metrópoles
1 de 1 Presidente Lula dá posse a Alexandre Padilha, como ministro da Saúde, e a Gleisi Hoffmann, como ministra de Relações Institucionais, em cerimônia no Palácio do Planalto Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Alexandre Padilha toma posse como ministro da Saúde nesta segunda-feira (10/3), em cerimônia no Palácio do Planalto. Durante o discurso de posse, o político apresentou quais serão as prioridades da gestão dele à frente da pasta, como ampliar o número de atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS) e a vacinação contra a dengue.

“Nós vamos teimar, porque é desumano, a angustia e insônia de uma família inteira que aguarda para conseguir fazer uma biopsia , já que a prioridade do diagnóstico é decisiva para a chance de cura do câncer”, disse Padilha. “Assumo aqui o compromisso de trazer esse desafio histórico para o centro das nossas ações, de toda a equipe e órgão do Ministério da Saúde. Vamos entender, enfrentá-lo e vencê-lo. Essa será mais do que uma prioridade, será nossa agenda diária de trabalho e como serviço da saúde de urgência são 24 horas o dia de segunda a segunda buscando reduzir o tempo para quem espera um atendimento especializado no nosso país. ”

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Confirmado para o cargo em 25 de fevereiro, Alexandre Padilha só tomou posse em 10 de março para o comando do Ministério da Saúde
Alexandre Padilha era ministro de Relações Institucionais antes de assumir ministério que foi comandado por Nísia Trindade
Confirmado para o cargo em 25 de fevereiro, Alexandre Padilha só tomou posse em 10 de março para o comando do Ministério da Saúde, após evento no Palácio do Planalto
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Novo ministro da Saúde quer criar marca para a pasta
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Ministro da Saúde, Alexandre Padilha
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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cumprimenta o ministro das Relações Institucionais do governo Lula, Alexandre Padilha
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Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cumprimenta o ministro das Relações Institucionais do governo Lula, Alexandre Padilha

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Alexandre Padilha
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Alexandre Padilha

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Alexandre Padilha cumpre agenda em AP
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Alexandre Padilha cumpre agenda em AP

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Padilha fez elogios para Hugo Motta
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Padilha fez elogios para Hugo Motta

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O ministro deixa a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), que passará a ser ocupada pela deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR). Padilha assume o lugar de Nísia Trindade, um nome técnico que havia sido indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Reforma ministerial

  • Alexandre Padilha assume o Ministério da Saúde, posto que já ocupou no governo Dilma Rousseff (PT).
  • Padilha sai da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), que será comandada por Gleisi Hoffmann (PT-PR).
  • Deputados e senadores esperam um diálogo mais forte com o Ministério da Saúde devido à experiência de Padilha no Congresso.
  • Ministério tem um dos maiores orçamentos e é responsável por 50% das emendas individuais parlamentares.

Alexandre Padilha reforçou a importância da vacinação contra doenças, inclusive aquelas já erradicadas, como a poliomielite. Ele agradeceu o trabalho realizado pelos profissionais de saúde durante a pandemia de Covid-19, que contou com um esforço concentrado para imunização da população.

“Nós vamos impulsionar um amplo emprego nacional pela vacinação e defesa da vida, que consolidará o Brasil com o mais amplo e diverso programa público de vacinação do mundo. Queremos chamar de volta todos aqueles que se mobilizaram durante a Covid-19 para defender a vida das nossas crianças, dos idosos e famílias por meio da vacinação”, destacou o novo ministro da Saúde.

Padilha também pontuou a necessidade de reforma da tabela do SUS, de remuneração dos profissionais de saúde, uma forma de incentivar a entrada de novos trabalhadores no sistema público de saúde. “Queremos um novo modelo de remuneração, que sinaliza aos estados, aos municípios, às santas casas, aos serviços privados, que pagaremos mais e melhor para o atendimento especializado que aconteça no tempo correto.”

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O Ministério da Fazenda disse à coluna que se opõe à proposta
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O Ministério da Fazenda disse à coluna que se opõe à proposta

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Quem é Padilha?

Alexandre Rocha Santos Padilha, de 53 anos, é deputado federal eleito pelo PT de São Paulo. Na vida política, foi ministro das Relações Institucionais do segundo governo Lula e da Saúde durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff (PT).

Médico infectologista formado pela Universidade de São Paulo (USP), Alexandre Padilha possui PHD pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Em São Paulo, Padilha chefiou a Secretaria Municipal de Saúde, durante a gestão de Fernando Haddad.

Dificuldades

No terceiro governo Lula, Padilha era responsável pela articulação do Palácio do Planalto com os demais Poderes, No entanto, o ministro tinha dificuldade em dialogar, em especial, com a Câmara dos Deputados, devido a atritos com o ex-presidente da Casa Legislativa Arthur Lira (PP-AL).

Na articulação com os parlamentares, deputados e senadores criticaram o trabalho realizado por Alexandre Padilha. Pontuando que havia dificuldades de fechar acordos com o governo Lula.

Agora à frente do Ministério da Saúde, a expectativa de alguns parlamentares é de que o diálogo com a pasta fique fortalecido. Uma vez que Padilha é um deputado eleito e possui experiência dentro do Congresso Nacional.

O Ministério da Saúde é uma das pastas com o maior orçamento da Esplanada dos Ministérios. Por isso, há pressão por parte dos deputados e senadores para indicação parlamentares, uma vez que o ministério é responsável por 50% das emendas parlamentares.

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